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A Volvo Ocean Race está de volta!

por Os bloggers, em 26.10.17
 

Já arrancou a edição 2017-18 da Volvo Ocean Race e está de volta a Lisboa! 

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Depois de terem feito o prólogo de Lisboa até Alicante, as 7 equipas que integram a Volvo Ocean Race, partiram no dia 22 de Outubro de Alicante para mais uma volta ao Mundo mas desta vez já em modo de corrida. A primeira paragem é a Doca de Pedrouços, em Algés, com chegada prevista no dia 28 de Outubro e onde ficarão até ao dia 5 de Novembro.

Esta 13ª edição será a mais longa de todas, terá paragens em 13 cidades de 5 continentes com um total de 80 mil quilómetros percorridos.

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Outra novidade desta edição da Volvo Ocean Race é que está mais Portuguesa. Das 7 embarcações em prova, a embarcação com o nome "Turn the tide on plastic" tem bandeira Portuguesa e duas das embarcações têm 3 portugueses a bordo. As equipas são: AkzoNobel (Países Baixos), Donfeng (China), Mapfre (Espanha), Vestas (Estados Unidos/Dinamarca), Sun Hung Kai (Hong Kong), Clean Seas (Nações Unidas) e Brunel (Países Baixos).

 

A Race Village abre as portas dia 31 de Outubro até 5 de Novembro, na Doca de Pedrouços em Algés, a entrada é gratuita e podem ficar a conhecer melhor as equipas, conhecer o dia-a-dia dos velejadores em alto mar, conhecer o modo de funcionamento destes barcos super tecnológicos e assistir a concertos e espectáculos. No dia 3 haverá uma corrida no Rio Tejo que se pode acompanhar nas margens ou nas diversas embarcações que irão balizar o percurso.

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No site oficial, podem acompanhar a corrida e a posição das equipas em tempo real, deixamos os links em baixo.

As fotos são da edição 2014-15 que também passou por Lisboa e onde, além das exposições, pudemos assistir a um espectáculo de freestyle.

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Bons passeios!

 

Site Global

Site Volvo Ocean Race Lisbon

 

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publicado às 10:00

Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo

por Os bloggers, em 23.10.17

Num dos últimos fins de semana, apetecia-nos passear junto ao Tejo mas ao mesmo tempo queríamos "descobrir" algo novo.

Numa pesquisa rápida no Instagram na tentativa de encontrar algo, repáramos numas fotos de uns passadiços ao longo do Tejo que ficavam na zona da Póvoa de Santa Iria. Após mais algumas pesquisas, descobrimos que se tratava do Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo.

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Este parque nasceu da requalificação da Frente Ribeirinha da Zona sul do Concelho de Vila Franca de Xira, conta com uma área de 15 hectares e cerca de 6 km de trilhos pedonais e ciclovias. Existe também um Centro de Interpretação Ambiental e da Paisagem que se situa na Praia dos Pescadores com a finalidade de acolher, informar e esclarecer os visitantes sobre a avifauna e flora do Parque. Na Praia dos Pescadores existe também uma cafetaria, um campo de vólei, local para a prática de pesca desportiva e um parque de merendas.

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Este projecto tem recebido vários prémios internacionais, em 2014 ganhou uma Menção Honrosa na categoria Cidades Sustentáveis no Green Projects Award, em 2015 conquistou o 1.º prémio na categoria "Landscape and Public Spaces" nos Archmarathon Awards e em 2016 conquistou o 1º prémio na categoria "Landscape" nos Wan Awards.

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Pela afluência de pessoas que testemunhámos na nossa visita, este local não conquistou apenas os júris destes concursos, mas também a população dos arredores.

 

Os trilhos pedonais e cicláveis são 5. O Trilho do Forte da Casa com 1300 metros, o Trilho da Póvoa com 630 metros, o Trilho do Tejo com 730 metros, o Trilho da Verdelha com 1915 metros e o Trilho da Estação com 1500 metros.

Nesta primeira visita só fizemos o Trilho do Tejo, ida e volta com partida e chegada na Praia dos Pescadores. Neste trilho, na extermidade oposta à Praia dos Pescadores, situa-se um Observatório de aves.

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De seguida, fomos visitar o Cais da Póvoa de Santa Iria, sendo possível fazer o percurso a pé deste ponto até ao cais.

O Cais da Póvoa de Santa Iria é um cais palafítico com origem no Séc. XIX que é utilizado pelos pescadores avieiros. Também toda esta zona sofreu obras de remodelação e é composta pelo Núcleo Museológico “A Póvoa e o Rio”, cafetaria, arrecadações e o cais de apoio à pesca.

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Durante o nosso passeio vimos a passar no Tejo o Barco Varino "Liberdade" da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira que efectua passeios pelo rio Tejo. Podem consultar o calendário de passeios aqui.

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Este Parque foi uma agradável surpresa, mesmo às portas de Lisboa e com uma calma que só visitando se percebe. Nós vamos voltar para fazer os restantes percursos pedestres, ou simplesmente para relaxar no silêncio das margens do Tejo.

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Bons passeios!

 

GPS: 38º 51' 44.21" N, 9º 3' 9.90" W

 

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publicado às 10:05

Fomos às Francesinhas (no Porto)!

por Os bloggers, em 20.10.17

Uma escapadinha no Porto obriga naturalmente a petiscar uma bela francesinha.

Desta vez fomos experimentar as afamadas francesinhas do Café Santiago F, em frente ao Coliseu do Porto e literalmente a dois passos do nosso hotel. É provavelmente das casas mais conhecidas do Porto, havendo mesmo publicações internacionais de referência que aconselham a visita, nomeadamente o BBC Travel Show e o site theculturetrip.com no artigo "Europe’s Top 10 Local Flavours and Where to Find Them".

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Escolhemos a Francesinha Santiago - francesinha da casa que além dos ingredientes da francesinha tradicional, traz salsicha fresca e um ovo estrelado.

A francesinha estava óptima, não vamos dizer que foi a melhor que já comemos porque já comemos outras igualmente boas. Mas o que distingue esta das outras é o pão, levemente torrado que lhe confere uma textura estaladiça e o molho que estava divinal! Outro ponto a favor, a batata frita não é batata pré-frita. Soube mesmo muito bem depois de um dia a caminhar pela cidade! 

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Ainda houve espaço para partilhar uma Baba de Camelo. Estava igualmente excelente!

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Em suma, concordamos com as opiniões cibernaúticas e de vários amigos, de que as francesinhas do Café Santiago F são efectivamente de grande qualidade. Recomendamos!

Bons apetite!

 

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publicado às 10:00

Cama Emprestada | Moov Hotel Porto Centro

por Os bloggers, em 19.10.17

Na nossa escapadinha pelo Porto ficámos no Moov Hotel Porto Centro.

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O hotel fica muito bem localizado, no centro do Porto, entre o Teatro Nacional de São João e a Igreja de Santo Ildefonso, muito perto do Coliseu e da maioria dos pontos de interesse da Baixa do Porto.

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Nasceu num emblemático edifício, onde em 1839 se ergueu a Hospedaria e Café Águia D´Ouro e em 1908 o Cinema Águia D´Ouro - um dos melhores cinemas da época.

Do antigo espaço ficou a bonita fachada em Art Decó, que remonta aos anos 30, e o espírito do cinema na sua decoração interior, de resto o espaço está completamente renovado e moderno.

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Os quartos são em linhas simples, acolhedores e climatizados, decorados em tons suaves, com uma secretária, televisão e casa de banho privativa. O espaço não é muito, mas chega perfeitamente.

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Existe um terraço no pátio interior com mesas e cadeiras, para quem pretender relaxar perto (mas aparentemente longe) da agitação da cidade.

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O hotel tem parque de estacionamento privativo (por um custo adicional), o que nos deu imenso jeito.

Trata-se de um hotel com uma excelente relação qualidade / preço, analisando a oferta da zona. Cada noite no hotel ficou por 62 euros e o parqueamento 8 euros.

Há a possibilidade de tomar pequeno-almoço no local, mas não escolhemos essa opção.

Apesar das poucas estrelas ficámos muito surpreendidos pela positiva, a nossa pesquisa pela web não nos enganou!

É sem dúvida um excelente hotel para quem pretende visitar a Baixa do Porto.

 

Boas escapadinhas!

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1

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Escapadinha pelo Porto - Parte 3

por Os bloggers, em 18.10.17

Como não há duas sem três (em bom Português), aqui fica a terceira e última parte da nossa escapadinha pelo Porto.

Depois de desvendarmos as nossas descobertas pela Baixa do Porto e na Ribeira (Parte 1 e Parte 2), aqui fica o restante roteiro que fizemos, desta vez fora do coração da cidade.

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- Parque de Serralves: como referido no próprio site de Serralves "O Parque de Serralves tem 18 hectares e é composto por uma grande diversidade de magníficos espaços harmoniosamente interligados: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber nos anos 30 do século XX, é uma referência singular no património da paisagem em Portugal." Estamos inteiramente de acordo! O nosso passeio pelo Jardim de Serralves durou cerca de 2 horas e foi muito agradável e relaxante. O valor da entrada no Parque é de 5 euros.

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- Jardins do Palácio de Cristal: localizam-se no centro do Porto e foram projectados por Emil David no século XIX, no âmbito da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal, em estilo romântico e com umas vistas fantásticas sobre o próprio Porto, o Douro e Gaia. Do projecto original conservam-se ainda hoje o Jardim Emil David na entrada, as Avenidas das Tílias e dos Plátanos, o bosque e as varandas sobre o Douro. Estes jardins são uma verdadeiro pulmão de ar fresco na cidade. A entrada nos Jardins é gratuita. 

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- Foz do Porto: é na Foz do Porto que se localizam as praias e elegantes moradias. A vista é desafogada e os passeios à beira-mar relaxantes. Vale a pena fazer a Marginal Oceânica da Foz do Porto até ao Terminal de Cruzeiros de Leixões, além de uma vista soberba existem alguns Fortes para visitar.

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Soube bem a escapadinha pelo Porto. Passámos a conhecer melhor a segunda maior cidade de Portugal, onde até agora só tínhamos ido de fugida ou de passagem, sem nos demorarmos para um passeio mais prolongado. A visita à cidade é agradável e muito enriquecedora! Apenas lamentamos as muitas (demasiadas) gruas que enchem a cidade, mas acreditamos que sejam temporárias.

 

Bons passeios!

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1

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publicado às 10:00

Um mês...

por Os bloggers, em 16.10.17

No dia 18 de Março ela disse sim...

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E faz hoje um mês que dissemos os dois sim!

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"És tu a Primavera que eu esperava,

A vida multiplicada e brilhante,

Em que é pleno e perfeito cada instante."

 

(Sophia de Mello Breyner Andersen)

 

 

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publicado às 20:45

Escapadinha pelo Porto - Parte 2

por Os bloggers, em 12.10.17

Já vos relatámos a primeira parte da nossa escapadinha pelo Porto, mas ficou ainda muito por contar.

Tal como prometido, aqui continuamos a desvendar o nosso passeio pela capital do Norte.

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- Sé do Porto e Claustros: a Sé do Porto é um edifício imponente, de estrutura romano-gótica, dos séc. XII e XIII, tendo sofrido grandes remodelações no período barroco. No interior conserva ainda o aspecto de uma igreja-fortaleza. Em anexo à Sé é possível visitar os seus bonitos Claustros. A visita à Sé é gratuita; a entrada nos Claustros fica por 3 euros - recomendamos a visita completa.

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- Estação de São Bento: entre comboios a partir e comboios a chegar, muitos são os turistas que não deixam de visitar e apreciar a beleza desta histórica e secular estação de comboios.

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- Mercado do Bolhão: trata-se de um mercado histórico, em estilo neoclássico, distribuído por dois andares. Quem é que nunca ouviu falar do Bolhão? A visita é obrigatória!

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- Avenida dos Aliados: um passeio pela Baixa do Porto tem obrigatoriamente de incluir uma visita aos Aliados, no coração da cidade.

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- A Ribeira: ir ao Porto e não visitar a Ribeira, será como ir a Roma e não ver o Papa; é na Ribeira, nas suas gentes e no empilhado das suas casas que reside a alma da cidade. As margens do Douro não seriam as mesmas sem a Ribeira!

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- Ponte D. Luiz I: é talvez a mais famosa ponte que liga o Porto a Gaia; é em estrutura metálica e tem dois tabuleiros - o superior para passagem do metro e o inferior para circulação automóvel (ambos permitem também a passagem pedonal). Foi projectada pelo Engenheiro Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel, e inaugurada em 1886. Aconselhamos o passeio pedonal pela ponte.

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- Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar: se tiverem oportunidade não deixem de apreciar as vistas do Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, sobre o Douro, a Ponte D. Luiz I, a Ribeira do Porto e Gaia. Se conseguirem ir ao Pôr-do-Sol tanto melhor! As vistas são soberbas!

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Ainda ficam por desvender três locais que fomos explorar fora do coração da cidade. Querem saber mais? Continuem a espreitar aqui o estaminé.

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1 

Escapadinha pelo Porto - Parte 3

 

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Escapadinha pelo Porto - Parte 1

por Os bloggers, em 10.10.17

Já há algum tempo que queríamos fazer uma escapadinha pelo Porto. Já tínhamos estado diversas vezes no Porto, mas a maioria das vezes por compromissos profissionais ou de passagem e sem nunca ter tido oportunidade de visitar a cidade com a merecida atenção.

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Chegou a vez de fazermos a desejada escapadinha pela capital do Norte!

Estivemos no Porto 3 dias e 2 noites no início deste mês. Perfeito para visitar as principais atracções da cidade!

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Tivemos sorte com o tempo. O Sol de Outono com que Outubro nos brindou foi perfeito para passear, calcurreando a cidade.

Ficámos no hotel Moov Hotel Porto Centro, em pleno coração da baixa, com uma excelente localização e relação qualidade / preço.

A quantidade de turistas com que nos cruzámos vem testemunhar que o Porto está na moda, quer para o turismo nacional, quer internacional (não só Europeu, mas também Asiático). Com o sotaque do Norte mistura-se o som de várias línguas. É bom saber que Portugal é cada vez mais escolhido como destino de férias!

Durante a nossa escapadinha visitámos muitos dos pontos principais da cidade, que de seguida mencionamos.

 

- Cruzeiro das 6 pontes no Douro: há imensos barcos turísticos no Douro, durante todo e dia, a viagem custa cerca de 15 euros e dura 50 minutos. Soube muito bem navegar no Douro e admirar do rio as suas 6 pontes e as belas margens do Porto e de Gaia. Passeio bonito e relaxante!

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- Caves do Vinho do Porto: quem vai de visita ao porto tem de fazer uma visita obrigatória a uma das várias Caves do Vinho do Porto. As caves localizam-se na margem Sul do Rio Douro, em Gaia. Visitámos as Caves Calém. Gostámos de conhecer uma das Caves do Vinho do Porto e um pouco mais da história e do processamento deste vinho, que leva Portugal além fronteiras. As visitas são guiadas e processam-se em várias línguas, mediante horários previamente definidos. Os bilhetes genéricos ficam por 10 euros.

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- Igreja e Torre dos Clérigos: construída no século XVIII, pela Irmandade do Clérigo e projecto de Nicolau Nasoni, é hoje considerada um dos principais pontos de interesse da cidade. A arquitectura interior é harmoniosa e as vistas da Torre sobre a cidade fantásticas. Ficou a faltar um pouco mais de orientação para a visita, pois quando entrámos o circuito que deveria ser seguido não estava indicado e tanto nós como outros visitantes ficámos um pouco baralhados (no final da nossa visita já havia um circuito delineado para quem chegava...). Nos Clérigos comprámos bilhete conjunto para os Clérigos, Palácio da Bolsa e Museu da Misericórdia - o conjunto ficou a 12.5 euros por pessoa.

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- Palácio da Bolsa: gostámos imenso de visitar este local. Foi uma agradável surpresa conhecer este sítio pela magia colorida impressa na suas paredes e tectos, com destaque para o Salão Árabe. O edifício data do século XIX e pertence à Associação Comercial do Porto, mantendo-se ainda hoje em funcionamento, para actividades da própria Associação e eventos sociais, culturais e políticos. As visitas são exclusivamente guiadas e em várias línguas (mediante horário).

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- Museu da Misericórdia: apresenta vários pisos e salas que ilustram a história da Misericórdia do Porto e é possível entrar na Igreja da Misericórdia pelo interior do Museu, que é muito bonita.

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- Livraria Lello: é considerada uma das mais belas livrarias do mundo, parecendo saída de um conto de fadas e feiticeiros... A arquitectura interior é única e atrai turistas de todo o mundo. As filas para entrar vêem-se à distância! A entrada custa 4 euros, mas o valor é inteiramente descontado na compra de livros. É efectivamente um sítio muito bonito, mas com a enchente de turistas, parece-nos que acaba por perder um pouco da essência de livraria, tal é a confusão de turistas a disputar a escadaria para tirar a melhor foto do melhor ângulo!... Escolher livros torna-se uma tarefa díficil, no meio de tamanho rebuliço!

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Perto da Livraria Lello e dos Clérigos, não deixámos de espreitar a Igreja do Carmo e a Igreja dos Carmelitas.

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Há ainda muito por desvendar acerca do Porto... principalmente passeios ao ar livre, por sítios muito bonitos...

 

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Arte Xávega na Fonte da Telha

por Os bloggers, em 02.10.17

A Arte Xávega é um tipo de pesca costeira artesanal que remonta ao Séc. XIX e que na Europa, apenas se pratica no nosso país. 

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A palavra Xávega provém do termo árabe "xábaka" que significa rede e inicialmente só no Sul se usava esta denominação para este tipo de pesca. No Litoral Centro e Norte, praticava-se um género de pesca muito semelhante mas com outro tipo de barcos, adaptados às condições mais adversas do mar, chamando-se simplesmente "as artes", no entanto, por imposição da lei, todo o tipo de pesca por arrasto para a terra, passou-se a chamar de Arte Xávega.

Inicialmente as redes de pesca eram puxadas à mão, depois passaram a ser puxadas por juntas de bois e agora recorre-se aos tractores com guinchos para tratarem deste trabalho mais pesado.

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Da nossa infância ainda nos lembramos de ver os barcos e as redes a serem puxados pelas juntas de bois na Praia da Tocha, na Praia de Mira, na Praia da Costa de Lavos e na praia de Buarcos. No entanto, esta arte, que também é uma tradição, tem desaparecido ao longo dos anos. Hoje em dia pode-se assistir à recolha das redes nas praias da Costa de Lavos, da Torreira, da Vagueira, de Mira, da Vieira, do Pedrógão, da Saúde e da Fonte da Telha.

 

Foi nesta última, na Praia da Fonte da Telha, que pudemos assistir a mais um dia de faina da temporada 2017, já que este tipo de pesca só se costuma praticar entre Março e Outubro. Do que nos recordávamos da infância, o arrasto da rede faz-se muito mais depressa com a ajuda dos tractores, assim como a entrada do barco na água, que agora é empurrado pelo tractor. Depois da rede estar toda em terra, faz-se a separação do peixe pela espécie e retiram-se de novo para o mar os que não cumprem com os requisitos.

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Foi uma agradável surpresa poder recordar momentos da infância sem estarmos a contar! Para nós que estamos a assistir, o sincronismo com que as cerca de 15 pessoas se articulam a desempenhar as suas tarefas, sempre debaixo do olhar atento das gaivotas que tentam roubar um ou outro peixe, criam um belíssimo cenário.

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Uma grande vantagem de apanhar este momento, é poder comprar algum peixe acabadinho de pescar e fresquinho, a um preço bem mais simpático do que se encontra no mercado!

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