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O Moinho da Maré Mourisca

por Os bloggers, em 25.05.17

O Moinho de Maré da Mourisca, na Herdade da Mourisca, perto de Setúbal, é um dos quatro moinhos de maré no Estuário do Sado.

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Este moinho funcionou durante mais de 2 séculos, na moagem de cereais e produção de farinha. Até à década de 50 funcionaram oito mós em simultâneo!

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Após alguns anos de abandono, o Moinho da Maré Mourisca foi um "abandonado" com final feliz, pois o Estado adquiriu o espaço e iniciou a sua recuperação em 1995, sendo hoje em dia possível visitá-lo.

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O Moinho está situado na Reserva Natural do Estuário do Sado, o que confere um cenário perfeito a envolver o Moinho. A fauna e a flora envolventes são muito diversas. Para além da visita propriamente dita ao Moinho, é possível fazer trilhos, observar aves e desfrutar da natureza. Consta que o nascer do Sol é imperdível, com grandes romarias de fotógrafos a "invadir" as margens do estuário à espera do espectáculo de luz que o nascer do Sol ali proporciona.

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No final da visita ao Moinho não deixem de aproveitar a pacatez do local e relaxar na esplanada da cafetaria do Moinho, saboreando a fantástica doçaria regional que ali se comercializa e se possível, regado com um delicioso Moscatel de Setúbal. Tão bom!

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Bons passeios!

 

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A desbravar a 7ª Bataria

por Os bloggers, em 23.05.17

A 7ª Bataria do Regimento de Artilharia de Costa de Outão, situada na Serra da Arrábida, foi uma importante unidade de defesa costeira do exército português, que esteve em actividade até 1998 e desde então está entregue ao abandono.

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Do alto das suas instalações tem-se uma vista soberba sobre o Atlântico que contrasta com o seu estado de abandono. Cada recanto e cada janela para o mar oferecem uma paisagem única e deslumbrante.

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Uma vez visitadas as instalações da 7ª Bataria, onde restam apenas as paredes, partimos até à zona dos canhões, virados estrategicamento sobre o mar. São canhões abandonados, mas "modernos", comparando com aqueles que estamos habituados a ver nos castelos - estes são designados Vickers de 152 mm de médio alcance.

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Apesar do elevado estado de degradação, as instalações são muito visitadas por curiosos e utilizadas para jogos de airsoft, proporcionando um cenário bélico com uma paisagem deslumbrante. 

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Sabemos que também a 5ª Bataria, na Trafaria, está no mesmo estado, sendo possível visitá-la, mas quando tentámos a visita não tivemos sucesso a encontrar o acesso, vamos tentar de novo para vos trazer fotos do local.

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Caminhada pelo Paço do Lumiar

por Os bloggers, em 11.05.17

No último fim de semana decidimos fugir dos principais pontos de atracção turística da cidade de Lisboa e fomos para a periferia. Entre algumas opções, acabámos por escolher o Paço do Lumiar.

O Paço do Lumiar é um dos 3 núcleos urbanos que integram a freguesia do Lumiar. Os terrenos do Paço do Lumiar eram propriedade do rei D. Afonso III, mais tarde foram doados por D. Dinis ao seu filho D. Afonso Sanches que se passaram a chamar de Paços do Infante D. Afonso Sanches, entretanto no reinado de D. Afonso IV esses terrenos receberam a designação que se mantém até hoje. Esta pequena povoação está repleta de belas e nobres quintas enquanto que nos terrenos limítrofes têm sido construídos condomínios, vivendas de luxo e até um extenso campo de golfe, mantendo-se esta zona como uma das mais nobres da cidade. 

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É aqui no Paço do Lumiar que estão instalados o Museu Nacional do Traje e o Museu Nacional do Teatro. Estes dois museus estão instalados em antigos palácios, o Museu Nacional do Traje está instalado no Palácio Angeja-Palmela e o Museu Nacional do Teatro está instalado no Palácio Monteiro-Mor. Estes palácios partilham o belíssimo Parque Botânico de Monteiro-mor, tendo este parque servido de cenário para o poema "No Lumiar" de Almeida Garrett. Sobre estes falaremos mais ao pormenor num próximo post.

 

A maioria dos palacetes e quintas encontram-se em bom estado, no entanto há alguns ao abandono, nomeadamente a Quinta de N. Senhora da Paz que curiosamente é património da Câmara Municipal de Lisboa e já apresenta sinais de vandalismo nos painéis de azulejos.  

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Ao longo do passeio fomos encontrando alguns marcos históricos, como a casa onde faleceu o poeta Cesário Verde, quintas que foram residência de reis e rainhas, um antigo chafariz, bonitos painéis de azulejos e com a curiosidade, lá fomos espreitando alguns jardins destes palacetes. Este ano na rúbrica Lisbon Week que a Câmara Municipal promove todos os anos para destacar uma freguesia, foi possível visitar estas quintas e os seus belos jardins, mas com muita pena, não pudemos usufruir dessa oportunidade.

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Como era muito comum na época, muitas das casas têm alminhas nas fachadas, algumas têm mesmo esculturas dos santos outras são painéis de azulejos. Passámos também pela Capela de São Sebastião e pela Igreja Paroquial do Lumiar.

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Das fachadas dos palacetes, destacamos a Quinta de São Sebastião na primeira foto do post, em baixo mostramos o pormenor da entrada da capela e a Quinta dos Azulejos (as duas fotos logo após a capela), são imponentes e muito belas, no entanto há outras que apresentam pequenos detalhes em azulejo que vale a pena admirar.

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Vale mesmo a pena caminhar por estas ruas para admirar este bonito património e se no final ficarem com fome, basta atravessar a Av. Padre Cruz e podem deliciar-se com os petiscos da taberna A Preciosa, a qual já vos falámos aqui.

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Pelos caminhos de Alcochete

por Os bloggers, em 03.05.17

Num dos nossos últimos passeios de fim de semana fomos até à zona de Alcochete.

O dia estava quente, um verdadeiro dia de Verão (na Primavera)!

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Começámos por ir até à zona das Salinas do Samouco. Situadas na margem do rio Tejo, as Salinas constituem ainda um exemplo vivo daquela que foi, durante muito tempo, a principal atividade económica de Alcochete – a salicultura. Apenas visitámos superficialmente o local, mas ficámos com vontade de voltar para fazer uma visita guiada. Para além da beleza das antigas salinas, é possível apreciar a fauna e flora locais. Se tiverem sorte podem apreciar flamingos e pernilongos no seu habitat natural.

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Como adoramos a beleza inerente a imponentes edifícios abandonados, não nos passaram despercebidos os antigos espaços da seca de bacalhau que segundo as notícias irão dar lugar a um complexo turístico de luxo.

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As margens do Tejo com praia fluvial também nos cativaram pela sua calma e beleza genuína.

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Seguimos então até à zona ribeirinha de Alcochete e do pontão, que mereceu uma caminhada para explorar a zona. O local é muito bonito e está bastante harmonioso, apelando por um longo passeio à beira rio. Os barcos estacionados compõem o cenário. Não ficámos para jantar, porque já tinhamos outros planos, mas ficámos curiosos por explorar os restaurantes que se espalham pelas ruas pitorescas.

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Vamos seguramente voltar! Se tiverem algum restaurante para nos recomendar, deixem nos comentários.

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Um pulinho até à Lousã...

por Os bloggers, em 27.04.17

Foi literalmente um pulinho o nosso passeio na Lousã...

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No fim de semana grande da Páscoa estivemos na região centro a visitar a família e numa das tardes solarengas decidimos ir até à Lousã.

Basicamente estivemos a reconhecer genericamente o terreno, ficámos encantados e brevemente teremos de voltar para explorar devidamente o local.

 

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Já tínhamos estado noutras ocasiões na Lousã e inclusivé já tínhamos almoçado no Talasnal, uma das fantáticas Aldeias de Xisto, mas já foi há quase dez anos e a memória anseia por ser actualizada.

Neste breve passeio fomos directos até à zona do Castelo da Lousã e das Piscinas Naturais. Não sendo Verão, as comportas estavam abertas e as piscinas vazias, mesmo assim o local não perde a sua beleza natural. Ficou o desejo de em época alta dar um mergulho naquele local onde se respira a natureza no mais puro estado.

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Dali seguimos até duas Aldeias de Xisto - Candal e Talasnal. São sítios magníficos, de uma rara beleza, paz e tranquilidade. A passagem por aqueles locais serviu para descontrair e ouvir os sons da natureza, mas vamos ter de voltar com o tempo menos contado, para desfrutar ao máximo daqueles locais.

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E vocês, conhecem a Lousã e/ou as Aldeias de Xisto?

Há mais fotos deste passeio no Instagram.

Bons passeios!

 

PS.: Já votaram hoje no momondo Open World Awards? Lembrem-se que podem votar uma vez por dia até dia 30 de Abril e para votar basta clicar aqui. Obrigado!

 

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A Quinta Real de Caxias

por Os bloggers, em 21.04.17

Ao navegar no Instagram, deparámo-nos com fotos de uma belíssimo jardim que pela legenda, seria em Caxias. Como é uma zona por onde o XY passa todos os dias no trajecto trabalho casa e vice-versa, ficou bastante intrigado e não descansou enquanto não descobriu o jardim das fotos, que se veio a revelar ser o Jardim da Quinta Real de Caxias!

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A Quinta Real de Caxias situa-se mesmo em frente à Estação de Comboios de Caxias, no entanto, mesmo para quem conhece a zona, passa muito despercebida. A Quinta foi mandada edificar na primeira metade do séc. XVIII pelo Infante D. Francisco, filho de D. Pedro II e D. Maria Sofia de Neuborg, prolongando-se a sua construção até ao início do séc. XIX.

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O seu jardim é uma verdadeira obra de arte. Inspirado nos jardins do Palácio de Versalhes, encontramos lagos, jogos de água e arbustos com formas geométricas, a evocar os faustos barrocos. De salientar uma majestosa cascata visível de qualquer ponto do jardim, decorada com estátuas em terracota da escola de Machado de Castro. As estátuas representam uma cena mitológica, segundo a qual a Deusa Diana vinha tomar banho junto da gruta onde o seu amado pastor Endimião dormia um sono eterno. O topo da cascata serve também de miradouro sobre Caxias e o próprio jardim.

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O jardim foi alvo de um recuperação levada a cabo pela Câmara Municipal de Oeiras, tornando- se num dos elementos de maior interesse arquitetónico e histórico do concelho e que mereceu o Prémio Europeu atribuído à Recuperação de Jardins Históricos.

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A entrada no jardim é gratuita e no Inverno é possível visitá-lo entre as 10h e as 18h e no Verão entre as 9h e as 21h.

O dia que escolhemos para o visitar é que estava um pouco escuro, a ameaçar com chuva, no entanto deu para visitar todo o jardim e ficar com vontade de voltar! E vocês, já conhecem?

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Há sítios mágicos e o Cais Palafítico da Carrasqueira é sem dúvida um deles!

Estava na nossa mira há já alguns tempos ir à descoberta do Cais Palafítico da Carrasqueira, muito perto da Comporta, para apreciar o pôr do Sol e tirar uma fotos.

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Junto à aldeia piscatória da Carrasqueira a arte popular levou à construção do Cais Palafítico. Nas margens do Sado, que banham a Carrasqueira, nem sempre era fácil chegar às embarcações. Então, há mais de 2 séculos começou a erguer-se um cais em madeira, entre as margens baixas e lamacentas e o sapal. O Cais Palafítico está construído em ziguezage, sobre a água, com uma grande área para atracar as embarcações e um passadiço para circular. Funciona como local de trabalho, de recreio e de lazer...

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Ao pôr do sol acontece a magia... O espaço é improvável e já de si mágico, o pôr do sol desce sobre o mar, a Arrábida e o estuário do Sado servem de pano de fundo, com uma banda sonora suave, quase silenciosa, que brota da natureza!

É também um local muito visitado pelos amantes da fotografia, ao chegar perto da "hora dourada" os passadiços são "inundados" por fotógrafos em passo acelerado para conseguir o melhor spot. 

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Se não conhecem, têm mesmo de ir lá, pois não há palavras e imagens que descrevam devidamente o local!

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Sobe, Sobe, Balão Sobe

por Os bloggers, em 05.04.17

Não... Não vamos falar da conhecida música de Manuela Bravo, vamos falar de balões de ar quente.

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Se nos seguem no Instagram (se não seguem, não sabem o que andam a perder ) já viram algumas fotos de balões de ar quente que publicámos. Terminou no passado dia 2 de Abril, em Coruche, a primeira edição do Rubis Gás Up - Festival Internacional de Balonismo. O evento contou com 35 balões de ar quente de diversas nacionalidades, feitios e tamanhos! Um verdadeiro espectáculo de cor nos céus de Coruche!

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Apesar do cansaço acumulado da semana, a nossa curiosidade não nos deixou parar e fomos até lá espreitar estes gigantes do céu super silenciosos. Fomos no sábado à tarde, pelo programa do evento a tarde prometia ser animada e a festa prolongava-se até à noite. Chegámos por volta das 17h e apesar da enorme afluência, o estacionamento foi relativamente fácil. 

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Quando chegámos ao recinto já haviam balões a serem preparados, um em forma de joaninha, outro de cavalo marinho, outro de botija de gás e com particular destaque para o enorme balão Holandês em forma de mota de pista que captava todas as atenções pelo seu tamanho e forma peculiar. Enquanto as equipas iam estendendo os seus balões para os insuflar, originavam pequenas corridas entre os amantes da fotografia que não queriam perder nenhum momento.

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Apesar dos esforços das equipas e para tristeza do público presente, o vento que se fazia sentir acabou por não permitir a descolagem dos balões, no entanto e já com o sol a esconder-se, 2 balões acabaram por arriscar a levantar para dar algum brilho ao espectáculo.

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Com a noite a cair, decidimos dar uma voltinha pela Feira de Artesanato e Sabores da região, onde comprámos um delicioso mel caseiro. Acabámos por petiscar por ali para fazer tempo até ao espectáculo Night Glow, que seria um espetáculo de luz com os Balões cheios e perfilados no solo, criando um jogo de luzes e música. Este espectáculo acabou por também não acontecer devido ao vento que teimava em "estragar" a festa. 

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Ficámos um pouco tristes por não termos visto todos os balões no ar como seria expectável, mas em eventos em que o Tempo é rei e senhor, não há volta a dar. No entanto, da parte da organização foi pena a falta de informação e comunicação durante todo o evento, seria expectável que fossem informando sobre as condições climatéricas no local e se as mesmas permitiam voar ou não.

No resumo do dia, ficámos com uma enorme vontade de experimentar um voo de balão, deve ser fantástico vislumbrar as paisagens ao sabor do vento!

E voçês, já experimentaram alguma vez? Se sim, em que zona do país?

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A beleza das Cascatas do Rio Mourão

por Os bloggers, em 29.03.17

Não nos cansamos de descobrir cantos e recantos deste belo Portugal e quanto mais descobrimos mais percebemos que há muito por descobrir e que temos locais maravilhosos!

No último fim de semana solarengo fomos descobrir a Cascata do Rio Mourão, em Anços, Montelavar, muito perto de Sintra.

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A melhor forma de lá chegar é utilizar a estrada que liga Pêro Pinheiro a Negrais, desviar para Anços e procurar a placa indicativa da Cascata. O carro deve ser deixado nas imediações da placa. Aconselhamos o uso de calçado confortável para caminhada em terreno irregular, apesar de haver um caminho bem definido, o piso é irregular e com algumas pedras soltas, pelo que se recomenda também algum cuidado.

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O dia estava Primaveril e cruzámo-nos com alguns grupos de pessoas a ir e a voltar da Cascata.

Seguimos por caminhos propositadamente construídos entre a vegetação e as ruínas de azenhas, o som da água corrente e saltitante deixa-nos perceber que aquele é o caminho certo, o entusiasmo cresce e começamos a vislumbrar um riacho. Descemos até junto da água e a montante ergue-se a cascata! É um sítio muito bonito!

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A paisagem serviu de palco para um mini-piquenique, numa das muitas rochas que ali existem e que parecem ter sido colocados no local para esse efeito, Serviu também como pano de fundo para muitas fotos!

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Já conhecem o local? Sugerimos uma visita!

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Uma Tarde em Arraiolos

por Os bloggers, em 15.03.17

Muito perto de Montemor-o-Novo ergue-se a vila de Arraiolos, conhecida pelos famosos Tapetes de Arraiolos.

A paisagem de Arraiolos é dominada pelo seu imponente Castelo circular, que tem um formato original e está altaneiro em relação ao casario caiado de branco, casario esse que compõe a paisagem.

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Começámos por visitar o Castelo, calcorreando o seu interior e apreciando a paisagem através dele. Daqui seguimos para o centro da pitoresca vila, mais concretamente para o Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos.

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O Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos é um espaço museológico que tem como missão promover o estudo e a divulgação do Tapete de Arraiolos. Dá-nos a conhecer a história e evolução do Tapete de Arraiolos desde o século XVII até aos dias de hoje, exibindo tapetes originais com 2 e 3 décadas e algumas réplicas. A visita é bastante interessante e a entrada é de apenas 1 euro por pessoa.

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Lanchámos no centro de Arraiolos e provámos as iguarias locais, o Pastel de Toucinho e a Empada de Galinha, ambos muito saborosos. Energias recarregadas e fomos até à Aldeia da Terra, a 5 minutos de carro do centro de Arraiolos.

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A Aldeia da Terra consiste num jardim de esculturas, conhecido como a aldeia mais caricata de Portugal. Este projecto, classificado de Interesse Cultural pela Secretaria de Estado da Cultura, é da autoria do artesão e artista plástico Tiago Cabeça que há mais de dezassete anos vem juntando prémios e distinções. Através das esculturas estão imortalizadas a maioria das figuras caricatas e típicas de Portugal. É um sítio engraçado e que vale a pena visitar, embora consideremos que o valor da entrada se torne um pouco elevado para uma família (5 euros por adulto e 3 euros para crianças).

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Perto de Arraiolos ainda apreciámos a beleza das vinhas do Monte da Ravasqueira. Para a próxima vez que formos para aquelas paragens teremos de programar uma vista ao monte e ao seu Museu de Atrelagens...

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Na estrada entre Arraiolos e Montemor-o-Novo parámos estrategicamente na Barragem dos Minutos e junto a uma quinta semi-abandonada, com uma escola que há muito deve ter perdido o poder de ensinar e que posou para nossa máquina fotográfica. Paisagens bonitas!

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