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Resumo do Ano 2017 do Blog

por Os bloggers, em 29.12.17

Uma das vantagens de termos o blog aqui na família Sapo, é termos a "papinha" toda feita. Chegamos ao fim do ano e em vez de fazer continhas, recebemos um email todo bonitinho com as estatística anuais do blog, obrigado equipa!

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E o Top 10 dos post's mais visitados do ano é o seguinte:

1 - São Miguel em 2 dias e meio

2 - A nova "cara" do Panorâmico de Monsanto

3 - Escapadinha na Terceira em 2 dias e meio

4 - Onde se come por Évora

5 - Viagens | Ilha de Boavista, o paraíso!

6 - Fomos às Francesinhas (no Porto)!

7 - Viagens | Sevilha aqui tão perto!

8 - O abandonado Monte Palace Açores

9 - A Lagoa de Maiorca

10 - Visita ao Terraço da Basílica da Estrela

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Ficamos contentes por alguns dos post's que aparecem nesta lista serem dos primeiros post's que escrevemos no blog, o que realça a sua importância, mas também é curioso aparecerem alguns que escrevemos apenas nos últimos meses. 

 

Além destes 10, há mais alguns que destacamos, porque simbolizam momentos importantes a nível pessoal ou porque simplesmente foram momentos muito bem passados.

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1 - O Cais Palfítico da Carrasqueira

2 - A nossa surpresa

3 - A lua de Mel com os post's: "Um mundo de aventuras nas Maurícias", "Um hotel no meio do Índico..." e "Maurícias, é um prazer!"

4 - À descoberta das cascatas do Rio Mourão

5 - Passeio pela Lousã e Aldeias de Xisto

6 - A magia das salinas

7 - A Escapadinha pelo Porto (Parte 1, Parte 2, Parte 3)

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Obrigado por nos acompanharem desse lado nas nossas aventuras e que venha o próximo ano com muitas mais!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

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publicado às 10:00

Escapadinha na Terceira em 2 dias e meio

por Os bloggers, em 23.02.17

Estava há muito prometido o relato da nossa visita à Ilha Terceira. Tardou, mas não podíamos deixar de cumprir a promessa.

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Não foi propositado, mas a Terceira foi a terceira Ilha Açoreana que visitámos, depois do Faial e de São Miguel, no dia e ano anterior, respectivamente. Coincidências!Foi em Dezembro que aterrámos na Terceira, depois de umas fantásticas 24 horas no Faial, a terra do imponente Vulcão dos Capelinhos.

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Cada Ilha dos Açores é única, sempre com o verde dos campos e o azul do Oceano como pano de fundo, mas com pormenores únicos que as distinguem.

A Ilha Terceira é conhecida por grandes festas e muita animação. Visitámos a ilha no Inverno, o período não era festivo, mas divertimo-nos bastante a explorar os seus encantos.

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publicado às 10:00

Vulcão dos Capelinhos

por Os bloggers, em 04.01.17

Nada melhor do que começar o ano de forma explosiva (no bom sentido, claro!)... Referimo-nos a dedicar um post ao mais importante vulcão português da actualidade, considerado ainda um vulcão activo. Vamos hoje falar dos Capelinhos, como já vos tínhamos prometido aqui.

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O Vulcão dos Capelinhos localiza-se nos Açores, na Ilha do Faial, na Ponta dos Capelinhos, a cerca de 20 minutos do aeroporto, e é um local único, com uma paisagem lunar magnífica.

Este vulcão esteve em erupção de 27 de Setembro de 1957 a 24 de Outubro de 1958 e marcou para sempre a Ilha do Faial. Por um lado provocou uma enorme vaga de emigração, por outro lado começou a cativar turistas. Portugal cresceu cerca de 2,50 km², com este vulcão que nasceu no mar e se juntou ao retalhe costeiro.

 

A paisagem é muito bonita e diferente do que estamos habituados a ver em Portugal. Vale a pena apreciar aquele solo quase lunar, que se avista logo à chegada. Avista-se também o antigo e emblemático Farol, que marcava o final de terra antes da erupção vulcânica. 

Durante a nossa visita ao Faial, nos Capelinhos apreciámos a paisagem, visitámos o Centro de Interpretação dos Capelinhos e subimos ao antigo Farol.

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Do Centro de Interpretação pouco ou nada se vê, ou não estivesse ele estrategicamente escondido debaixo de Terra. O edifício encontra-se soterrado, de modo a não interferir com a paisagem pré-existente, permitindo desfrutar desta recente paisagem vulcânica. Para além de um conjunto de exposições, o Centro dispõe de um auditório e de uma exposição temporária de amostras de rochas e minerais.

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Seguimos então para o Centro de Interpretação, onde visitámos tudo o que havia para visitar - a exposição temporária, a exposição permanente, um vídeo acerca da origem da Terra e subimos ao antigo Farol. A visita completa ficou por 10 euros por pessoa. O Centro é visitável diariamente no Verão das 10 às 18h e de Terça a Domingo no Inverno das 10 às 17h.

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Na visita revemos como se formou o nosso planeta, percebemos como se formou o Arquipélago dos Açores e somos quase transportados por relatos e imagens até à época de erupção dos Capelinhos. Muito interessante! Muito interessante é também a subida ao antigo Farol. São muitos degraus, mas vale a pena!

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E por aí, quem é que já esteve nos Capelinhos?

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Bons passeios!!!

 

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publicado às 10:00

Um dia no Faial

por Os bloggers, em 14.12.16

O Arquipélago dos Açores é um verdadeiro tesouro, cheio de recantos mágicos para explorar.

Há um ano atrás explorámos a ilha de São Miguel, desta vez estivemos no Faial e na Terceira. Duas ilhas igualmente bonitas, verdejantes e com um charme especial herdado da origem vulcânica.

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Hoje dedicamos o post ao Faial, brevemente daremos destaque à Terceira. E ainda temos 6 ilhas por descobrir...

O Faial situa-se no grupo central do arquipélago dos Açores e a cidade da Horta é a sede de concelho.

Chegámos ao Faial por volta da hora de almoço, apanhámos um carro (na Auto Turística Faialense) e fomos directos aos nosso primeiro destino, o Vulcão dos Capelinhos.

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O Vulcão dos Capelinhos localiza-se na Ponta dos Capelinhos, a cerca de 20 minutos do aeroporto, e é um local único, com uma paisagem lunar magnífica. Este vulcão esteve em erupção de 27 de Setembro de 1957 a 24 de Outubro de 1958 e marcou para sempre a Ilha do Faial, por um lado provocou uma enorme vaga de emigração, por outro lado começou a cativar turistas. Portugal cresceu cerca de 2,50 km², com este vulcão que nasceu no mar e se juntou ao retalhe costeiro.

Nos Capelinhos apreciámos a paisagem, visitámos o Centro de Interpretação dos Capelinhos e subimos ao antigo Farol. Há ainda muito por dizer deste local tão especial, por isso fica prometido um post exclusivo.

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Dos Capelinhos seguimos para a nossa segunda paragem, a Caldeira. Por uma estrada de terra batida, quase interminável, mas com bonitas paisagens que transmitiam muita tranquilidade, subimos até à Caldeira, que se localiza no coração do Faial. O Miradouro da Caldeira situado a 1043 metros de altitude acima do nível do mar, permite em dias claros ver toda a Caldeira de um antigo vulcão, que apresenta um diâmetro de cerca de 2km e uma profundidade média de 400m, encontrando-se coberta por exuberante vegetação de Laurissilva. Se o tempo o permitir há trilhos para fazer nesta zona. Conseguimos ver muito pouco da Caldeira, porque o nevoeiro que se instalou era praticamente serrado.

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Daqui descemos para a cidade da Horta. Entrámos na cidade passando no Miradouro da Nossa Senhora da Conceição. Daqui avista-se de um lado a cidade da Horta e do outro a Praia do Almoxarife, avistando-se também a vizinha Ilha do Pico, cerca de 8 km à frente, e o ponto mais alto de Portugal, a montanha do Pico - imponente!

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E para final de tarde, nada melhor do que um lanche no famoso Peter Café Sport, um bar que ganhou fama além fronteiras, particularmente entre marinheiros, que dizem "Se velejares até à Horta e não visitares o Peter, não viste a Horta na realidade". No Peter degustámos uma tosta de queijo e ananás e uma tosta de atum e linguiça, sem esquecer o famoso gin dos marinheiros. Muito bom! Apesar da fama, é um sítio bastante em conta e gostámos tanto que voltámos na manhã seguinte para o pequeno almoço!

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Pernoitámos na Casa da Baía Guest House, uma Guest House em pleno centro histórico, em frente à Marina, voltada para o Pico, com um ar renovado, clean e confortável, com uma boa relação qualidade preço. O ponto alto da nossa estadia no hotel foi abrir a janela do quarto e ver o Pico, por completo, sem nuvens, com o Sol a nascer! Lindo!

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A manhã foi dedicada a passear pela Marina da Horta, um dos principais pontos de paragem no Atlântico e apreciar as múltiplas pinturas dos marinheiros pelo cais, que segundo reza a tradição deixam desta forma a sua marca da passagem pelo Faial, de forma a terem sorte no resto da viagem.

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Daqui demos um pulo à Praia de Almoxarife, um local que tem uma das melhores vistas para o Pico e uma praia de enormes seixos, sem deixar de passar novamente no Miradouro da Nossa Senhora da Conceição, para apreciar a paisagem com maior luminosidade.

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Antes do regresso ao aeroporto visitámos a Praia de Porto Pim, na Horta, que é uma praia de areia fina, numa baía junto à cidade, protegida pelo Monte da Guia, de grande encanto e beleza. Apesar do frio, desejámos que fosse Verão, para dar um belo mergulho. Que paraíso!

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Passaram quase 24 horas e é hora de voltar ao aeroporto, para novas descobertas!

Da janela do avião ainda dissemos um "até breve" ao pico do Pico.

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O Faial é uma ilha simpática e muito bonita, ficou o desejo de voltar, com tempo mais quente, para aproveitar o mar e visitar o Pico ali tão perto!

 

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publicado às 09:30

A Arte Renasceu no Monte Palace Açores

por Os bloggers, em 10.08.16

Durante a nossa escapadinha à Ilha de São Miguel nos Açores, houve uma espaço que nos marcou bastante, o esquecido Hotel Monte Palace Açores.

O Monte Palace está abandonado e perdeu há muito o charme de outros tempos, está quase sem vida, mas é ainda assim imponente.

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O Monte Palace, no Miradouro Vista do Rei, com luxuriosas vistas para a Lagoa das Sete Cidades, foi o primeiro hotel de 5 estrelas da ilha e chegou a empregar cerca de 100 pessoas. Abriu as portas em 1989 e apesar da sua grandiosidade, permaneceu apenas 2 anos aberto.

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Hoje restam apenas as ruínas, de um imponente hotel que nunca singrou, e que aguarda por um projecto de recuperação, que lhe devolva a promessa do fulgor que nunca teve.

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Apesar de estar em ruínas, o Monte Palace suspirou agora graças ao festival de artes Walk & Talk Azores, que decorreu em São Miguel durante o mês de Julho.

Foram limpos os escombros e o buraco no tecto foi tapado, possibilitando o artista catalão Javier de Riba a devolver um enorme tapete, em forma de arte urbana, ao antigo átrio do Monte Palace.

 

(As fotos que se seguem foram retiradas do Facebook oficial do evento e são da autoria de Sara Pereira)

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Oxalá que este impulso faça renascer o sumptuoso Monte Palace!

 

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publicado às 09:30

A magia da Poça da Dona Beija

por Os bloggers, em 09.01.16

A Terra tem sítios mágicos... Há sítios encantados e alguns bem perto de nós!

Quando menos esperamos, mesmo aqui ao virar da esquina, descobrimos magia!

Neste caso encontrámos a magia nos Açores, na Ilha de São Miguel, mais concretamente nas Furnas. Este paraíso tem um nome, chama-se Poça da Dona Beija!

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Sabiam que em Portugal havia um recanto com água quente a brotar da terra e onde é possível irmos a banhos no Verão ou no Inverno, de manhã à tarde ou à noite? Nós não sabiamos, mas felizmente descobrimos este local mágico.

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A Poça da Dona Beija ou Poça da Juventude é um idílico espaço termal ao ar livre. O nome foi inspirado numa telenovela brasileira que encantou os portuguesas na década de 80, onde a personagem  "Dona Beija" se banhava numa cachoeira.

 

Este espaço nasceu de um conjunto de nascentes férreas e quentes associados a fenómenos de vulcanismo do Vulcão das Furnas. A água atinge a superfície a cerca de 40ºC.

Ao todo há 5 espaços / piscinas, onde podemos ir a banhos. E a água é mesmo quente!!!

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Foi durante o mês de Dezembro que conhecemos a Poça da Dona Beija. Estava frio e eram 18 horas. Estávamos com receio de entrar em piscinas ao ar livre e livrarmo-nos das camisolas e casacos (brrrrrrr...)! Com confiança nos relatos de amigos e conhecidos, lá nos trocámos para a roupa de banho e "mergulhámos" naquelas águas, já sem a luz do Sol e com um céu estrelado. ADORÁMOS!!! E tivemos calor, sim calor, a água é mesmo quente!!! MARAVILHOSO!

 

A Poça da Dona Beija está aberta das 7 às 23 horas e a entrada tem um valor de 3 euros. No local há balneários e são fornecidos cestos para colocar os nossos pertences, que se levam até à beira de água.

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É um espaço muito concorrido, pelo que os melhores horários são ao início e fim do dia. Como a água é ferrea deve levar-se roupa de banho já velhota, sob pena de estragarmos o melhor biquini ou os calções de banho favoritos.

É super agradável no tempo frio, a água é mesmo quente, proporcionando uma experiência única! Têm mesmo de conhecer!

 

Este foi um locais que mais vontade tínhamos de vos mostrar, mas como já chegámos de noite e haviam muitas pessoas e crianças em bikini, não nos sentimos à vontade para fotografar, apenas a primeira foto é nossa, as restantes foram retiradas do facebook oficial.

 

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publicado às 15:00

Descobrimos o Chá Português

por Os bloggers, em 05.01.16

Sabiam que se produzia chá em Portugal?

Nós tinhamos uma leve ideia, nada de muito concreto, mas de facto já tínhamos provado estes chás. Mas agora sabemos tudo, porque fomos conhecer as duas produtoras de chá nacional.

DSC09437.jpgPlantação de chá (Gorreana)

 

Fomos conhecer as fábricas de chá Gorreana e Porto Formoso, no Norte da Ilha de São Miguel nos Açores.

O chá chegou aos Açores do final do século XIX, numa altura em que surgiu a necessidade de novas fontes de rendimento na agricultura, como alternativa para a crise na produção de laranja. O clima era favorável e havia mão de obra. Sob a batuta de dois mestres Chineses, deu-se início à produção de chá em São Miguel.

 

Nos Açores produz-se chá preto (de 3 tipos - Orange Pekoe, Pekoe, Broken Leaf) e chá verde, a partir da "Camellia sinensis" e através da tecnologia de outros tempos.

Visitámos a Gorreana, que labora desde 1883 e que detém o título de mais antiga fábrica de chá da Europa. Na visita ao espaço pudemos conhecer a tecnologia utilizada na produção de chá, degustar o chá produzido e ver a plantação de chá.

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Conhecemos também a fábrica de chá Porto Formoso. Nasceu na década de 1920, laborou até 1980. Depois de uns anos fechada, renasceu em 2001. Tivemos direito a uma visita guiada pelas instalações da fábrica, onde vimos a maquinaria e o laboratório (que assegura a qualidade do chá produzido). No final degustámos um dos chá produzidos o "broken leaf" (chá preto suave), numa pitoresca sala de chá. Óptimo!

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Em ambas as fábricas assistimos também a vídeos explicativos acerca do processo de produção do chá, desde a apanha das folhas, até à oxidação, secagem e embalamento. Muito interessante!

É de assinalar que estas empresas produzem chá não só para consumo interno, mas também para exportação.

 

Além de ficarmos a conhecer todo o processo de fabrico do chá açoreano, ambas as fábricas têm vistas deslumbrantes para as plantações de chá e sempre o mar como fundo.

Se forem a São Miguel, não deixem de conhecer e degustar estes maravilhosos chás nacionais!

 

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publicado às 16:15

O abandonado Monte Palace Açores

por Os bloggers, em 04.01.16

Há sítios especiais, que quis o destino que perdessem o fulgor de outros tempos, estão quase sem vida, mas são ainda imponentes.

Gostamos de conhecer a história desses locais e acima de tudo de os conhecer e disparar uns cliques. Há uma mística especial em muitos desses espaços.

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Há um destes espaços que tem merecido o nosso favoritismo e que proporciona a melhor vista de Lisboa - o Panorâmico de Monsanto. Agora descobrimos outro, que consideramos tão especial como o Panorâmico, proporciona também uma excelente vista, mas desta vez sobre a Lagoa das Sete Cidades na Ilha de São Miguel nos Açores. Chama-se (ou chamava-se) Monte Palace - São Miguel, Açores.

 

O Hotel Monte Palace de São Miguel, no Miradouro Vista do Rei, com luxuriosas vistas para a Lagoa das Sete Cidades, foi o primeiro hotel de 5 estrelas da ilha e chegou a empregar cerca de 100 pessoas. Abriu as portas em 1989 e apesar da sua grandiosidade, permaneceu apenas 2 anos aberto.

Hoje restam apenas as ruínas, de um imponente hotel, com 88 quartos - suite presidencial, 4 suites de luxo, 4 quartos com sala, 27 quartos duplos e 52 suites júniores.

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O nevoeiro da zona terá levado ao pouco sucesso do hotel e daí ao abandono foi um pequeno passo...A maior degradação ocorreu a partir de 2010, altura em que deixou de ter vigilância.

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Fala-se de projectos de recuperação, acreditamos que com o passar do tempo, aumento do número de voos, melhoria de estradas e das condições hoteleiras, com excelentes spas e afins, que este espaço possa recuperar o sucesso que lhe estava destinado e que nunca chegou a ter.

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Adorávamos poder voltar a entrar numa das suites sem ser em ruínas, a medo e apenas com a curiosidade de espreitar as vistas e de disparar uns cliques mas para poder desfrutar de tão bela paisagem com todo o conforto.

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publicado às 09:00

Cama Emprestada | The Lince Azores Great Hotel

por Os bloggers, em 30.12.15

O The Lince Azores Great Hotel foi o escolhido para a nossa estadia durante a escapadinha a São Miguel.

Trata-se de um hotel de 4 estrelas, com 154 quartos, distribuidos por 6 pisos, com excelentes vistas para a montanha ou para o mar.

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O hotel fica a cerca de 15 minutos a pé do centro histórico da cidade e tem fáceis acessos de carro para os principais pontos de interesse da ilha.

Os quartos são espaçosos, modernos e confortáveis, com uma decoração suave, em tons de pastel. Tudo o que se quer depois de andar a calcurrear a ilha! Em relação à casa de banho, nada a apontar - grande e com uma banheira excelente para um banho relaxante.

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No momento da reserva escolhemos a opção de piso superior, algo que não é garantido, mas ficámos bastante satisfeitos com o quarto que nos atribuíram no último piso e com uma óptima vista para o Atlântico.

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O espaço de piscina interior, jacuzzi e sauna é mediano. O jacuzzi não estava a funcionar, a água da piscina estava gelada e a sauna foi ligada apenas na altura. O frio do mês de Dezembro impediu-nos de dar um mergulho, contudo aproveitámos a sauna. Basicamente, pareceu-nos que o espaço tem condições físicas, mas estava sub-aproveitado. Para além disto, o hotel dispõe também de ginásio e piscina exterior.

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Tinhamos alguma expectativa em relação ao pequeno-almoço, pois lemos algumas reviews que diziam haver vários produtos locais de qualidade, mas infelizmente ficámos desiludidos. A variedade do pequeno-almoço era relativamente pequena, por exemplo não havia um bolo ou bolinhos secos ou bolachinhas ou crepes ou panquecas... A fruta resumia-se a 3 variedades, melão, ananás e laranja... A parte positiva: efectivamente degustámos alguns produtos regionas, como o ananás, doce de ananás, iogurtes regionais e queijo de São Jorge. O nosso regime era de alojamento com pequeno-almoço e para nosso espanto o café expresso, um simples café, foi cobrado à parte do pequeno almoço. Nunca nos tinha acontecido e foi algo um pouco desagradável porque nem sequer havia uma máquina de café self-service.

O hotel tem wi-fi gratuito disponível por todo o hotel, o estacionamento é também gratuito e os funcionários são simpáticos. Estes são três pontos favoráveis.

 

Resumidamente, ficámos desgostosos com o pequeno-almoço e com o jacuzzi encerrado, mas gostámos bastante dos quartos. Parece-nos um hotel de qualidade; limando algumas arestas e corrigindo os pequenos pormenores que fizemos referência, é sem dúvida uma óptima opção para repousar durante a estadia em São Miguel.

 

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publicado às 21:00

São Miguel em 2 dias e meio

por Os bloggers, em 29.12.15

No início do mês de Dezembro fizemos uma viagem relâmpago à Ilha de São Miguel nos Açores.

A viagem foi decidida em cima da hora, com o intuito de quebrar a rotina, fazendo um fim de semana prolongado. Soube muito bem!!! Já calculávamos que os Açores fossem fantásticos e que a viagem fosse saber optimamente, mas conseguiu superar todas as expectativas!

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Há mesmo sítios fantásticos por este nosso Portugal!

 

 

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