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A magia das salinas

por Os bloggers, em 08.08.17

Não é novidade que gostamos de salinas, quer para dar um passeio e relaxar, quer para disparar uns cliques. O cenário é bonito e muito tranquilo! Quase mágico!

No ano passado fomos a banhos numa salina em Aveiro e já este ano andámos a descobrir os caminhos de Alcochete, onde não faltou também um passeio pelas Salinas do Samouco.

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No último fim de semana, e enquanto as férias teimam em não chegar, decidimos dar um passeio nas Salinas da Figueira da Foz. Desta vez ficámos a conhecer um pouco mais acerca da salicultura, ao descobrir a Quinta da Salina do Morro e o sr. Carlos, que simpaticamente nos falou um pouco acerca da arte de explorar sal - a sua profissão e paixão. Fica prometido para breve uma merecida descrição acerca do local.

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As salinas da Figueira da Foz brindam-nos também com uma fauna e flora muito características e não é raro avistarmos grandes famílias de flamingos, como nos aconteceu há uns tempos atrás. Estão recordados? Não? Ora, cliquem aqui. Muito bonito!

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E vocês, conhecem algumas salinas? Bons passeios!

 

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publicado às 10:00

Fim de semana de São João

por Os bloggers, em 25.06.17

O fim de semana foi de São João!

Os Santos são antigos, a festa é tradição, adoramos folia, não podíamos faltar ao São João! Até rimámos!

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O nosso São João é o da Figueira... há outros por esse país fora, mas este é o nosso desde sempre e é na Figueira da Foz que gostamos de passar o dia. Nem sempre conseguimos, mas este ano com o São João a coincidir com o fim de semana pudemos marcar presença. E foi tão bom!

A alegria, o cheiro a sardinha assada, os bailaricos, as marchas, as farturas, os carrosséis, as iluminações e o fogo de artifício sobre o Mondego (o ponto alto) estavam (como sempre) perfeitos!

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No sábado, dia de São João, foi dia de praia e terminou com um colorido pôr do sol no Cabo Mondego.

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Viva o São João!

E que venha o São Pedro!

Boa semana!

 

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publicado às 23:15

Olhares de Montemor-o-Velho - I

por Os bloggers, em 25.01.17

Já vos falámos de Montemor-o-Velho noutras ocasiões, nomeadamente neste post para vos mostrar o belíssimo Castelo que é bem conhecido de quem faz as viagens entre Coimbra e Figueira da Foz.

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Mas Montemor-o-Velho tem muito mais para oferecer além do seu altaneiro Castelo.

Terra de duras batalhas no tempo dos Reis, hoje em dia as batalhas são desportivas. Com vários planos de água é comum haverem concursos de pesca e a instalação do Centro de Alto Rendimento trouxe uma nova dinâmica à Vila, com provas nacionais e internacionais de diversas modalidades, como a Canoagem, Remo, Duatlo, entre outras.

 

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Sendo uma zona agrícola, o coração dos campos do Baixo Mondego, a abundância de alimento ajuda a fixar várias aves nomeadamente as Cegonhas que preenchem as árvores à beira rio com os seus enormes ninhos.

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Para os viajantes que gostem de pernoitar ao ar livre existe o Parque de Jogos e Merendas, outrora parque de Campismo mas que neste momento apenas dispõe de comodidades básicas para uma estadia muito curta, situa-se junto ao leito velho do Rio Mondego e é um local muito calmo e silencioso. Junto a este parque existe também a Capela de São Sebastião.

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É também uma excelente escolha para os amantes de caminhadas e de ciclismo, sendo possível caminhar ou pedalar ao longo do leito do rio ou do canal de irrigação ou pelas estradas dos Campos do Mondego que ficam logo do outro lado do rio.

 

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Estes são apenas alguns dos motivos pelos quais achamos que devem fazer uma paragem em Montemor da próxima vez que estiverem por perto, entretanto iremos mostrar outras "qualidades" desta bela e pacata Vila.

Bons passeios!

 

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publicado às 10:00

A Lagoa de Maiorca

por Os bloggers, em 27.10.16

Por vezes nascem nos sítios menos prováveis bonitos postais da natureza, que merecem uma visita para com uma lente captar a magia do local e, essencialmente, desfrutar da beleza genuína da paisagem.

A Lagoa de Maiorca é um desses sítios!

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Desengane-se quem mentalmente já está a viajar para terras de nuestros hermanos, pois a Lagoa de Maiorca é bem portuguesa, sendo o que resta de uma antiga pedreira, no centro de Portugal, mais concretamente em Maiorca, uma localidade do concelho da Figueira da Foz.

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A água é azul-esverdeada e parece saída de um cenário paradisíaco. Não se aconselham banhos, dado ser um local semi-vedado (a cerca de protecção foi cortada) e não se conhecerem as características químicas da água, pensando-se que possa conter químicos relacionados com a antiga exploração da pedreira. Bem, mas que se trata de um sítio tranquilo e dotado de uma rara beleza, isso ninguém o pode negar.

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Após a visita à Lagoa, se forem em direcção à Figueira da Foz, aconselhamos uma visita ao centro da localidade de Maiorca para apreciar a beleza do Paço de Maiorca e na localidade de Alhadas de Cima, é possível visitar o Dólmen das Carniçosas e percorrer a Rota do Megalitismo.

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As coordenadas da Lagoa são: 40.158713, -8.744214 (é só colocar no Google Maps).

Bons passeios!

 

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publicado às 09:30

As Buracas do Casmilo

por Os bloggers, em 26.10.16

A nossa curiosidade por paisagens genuínas e diferentes leva-nos a descobrir maravilhosos cantos e recantos deste nosso Portugal.

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No início do mês fomos conhecer as Buracas do Casmilo. E perguntam vocês, o que são as Buracas do Casmilo?

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Trata-se de um formação geológica perto de Condeixa-a-Nova,  junto à aldeia do Casmilo. Ao processo pelo qual elas foram formadas dá-se o nome de incasão. Basicamente, este fenómeno explica-se pelo abatimento da parte central de uma conduta, permanecendo apenas visíveis as partes laterais extremas. As Buracas são assim o que resta de uma ou várias salas de uma gruta existente no interior do monte.

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Esta zona, onde se respira a natureza no mais puro estado, é muito procurada, por amantes de escalada, montanhismo, provas de orientação... e, claro, amantes da fotografia!

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É um sítio mágico! Curiosos?

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As coordenadas são: 40.046392, -8.495940 (É só introduzir no Google Maps).

Bons passeios!

 

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publicado às 09:30

O leitão d' O Forninho

por Os bloggers, em 07.10.16

Quem é que não gosta de um belo leitão?! E se for ao jeito da Bairrada tanto melhor.

Não fomos à Bairrada, mas estivemos relativamente perto, na Figueira da Foz.

Para quem pensa que na Figueira da Foz só se come bom peixe, desengane-se... Quase escondido, numa rua pacata de Buarcos, bem perto da praia, há um sítio que prepara e serve um leitão maravilhoso - O Forninho!

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O Forninho tem outros pratos muito bem confeccionados, como as espetadas de carne, que já provámos noutra ocasião, mas o leitão é de facto a iguaria principal do espaço.

Começámos por degustar uma salada de polvo e patê de leitão, que estavam óptimos.

Seguimos então para o pitéu principal, um leitão bem quentinho, carne suculenta e pele estaladiça (como se quer), acompanhado por batatas fritas às rodelas e salada mista. Divinal!

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Ah! E não faltou a sangria branca a acompanhar.

Para coroar a refeição dividimos um doce da casa. Surpresa! O doce da casa consistia numa espécie de mousse de nata e chocolate congelada, regada com um molho de caramelo e café. Original e muito saborosa esta sobremesa!

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A refeição ficou a cerca de 18 euros por pessoa.

Se estiverem de passagem pela Figueira da Foz e quiserem pernoitar podem ir conhecer o Hotel Eurostars Oásis Plaza.

Aproveitem as dicas!

 

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publicado às 09:30

O Festival da Francesinha no Casino da Figueira da Foz já é um clássico. Este ano celebra-se a 10ª edição desta iniciativa. Se a memória não nos falha, marcámos presença em todas as edições.

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As francesinhas estão cada vez melhores!

Este ano para além da Francesinha de Vitela, existe também de Frango, Vegetariana e Calzone. Habitualmente optamos sempre pela clássica, o que não nos arrependemos nada, porque este ano quem escolheu as de frango não saiu tão satisfeito.

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Até 31 de Agosto as francesinhas estão à vossa (nossa) espera!Se estiverem por perto não percam este festival, onde Fransesinha + 2 cervejas + café = 5,5 euros.

Deliciem-se!

 

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publicado às 10:00

Roteiro Foodie | Praça 18

por Os bloggers, em 19.07.16

Desta vez fomos jantar mais ao centro, na bela cidade da Figueira da Foz, uma cidade com serra, rio, praia e mar. Perfeita para passar uns belos dias de Verão!

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Na Figueira da Foz come-se genericamente bem e sem pagar muito. Já conhecemos muitos dos seus restaurantes, mas ainda não conhecíamos o Praça 18, localizado no número 18 da Praça General Freire de Andrade, uma praça junto ao rio Mondego, no coração da cidade.

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O espaço nasceu no local de uma antiga mercearia, a decoração remete o nosso imaginário para a infância, mais concretamente para a casa das avós. Tem apontamentos antigos, conjugados com outros mais modernos, que tornam o espaço giro, confortável e acolhedor.

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Da lista podemos seleccionar hambúrgueres (onde não faltam os vegetarianos), saladas e petiscos, bem como algumas tradicionais sobremesas.

Eramos 10 e escolhemos todos hambúrgueres. Os nossos foram o Pica no Chão (hambúrguer de frango com vegetais grelhados e alface) e o Gordo (com cerca de 300g de carne de vaca, bacon e alface).

Os 10 hambúrgueres surgiram numa tábua, que de imediato despertou as glândulas salivares.

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Globalmente eram bons, mas sem surpreender. Os hambúrgueres de vaca estavam um pouco passados demais; neste e nos restantes faltava um factor de ligação entre os vários ingredientes (um molho, queijo derretido, cebola caramelizada?...). Acompanhámos o hambúrguer com batatas fritas doces, que vinham com um molho de iogurte com hortelã muito saboroso e uma "limonada" de manga.

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Para sobremesa escolhemos Brownie de Chocolate com Frutos Secos e Bolo de Bolacha. O Bolo de Bolacha estava no ponto (desapareceu antes de conseguirmos tirar foto!), o Brownie, embora saboroso, estava um pouco seco tirando-lhe algum encanto.

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A refeição ficou a cerca de 11 euros por pessoa.

Apesar da refeição poder ter alguns pontos a melhorar, gostámos do espaço e ficámos com curiosidade de experimentar os petiscos e as tábuas, nomeadamente a Tábua Terra Mar e Serra com petiscos que nos remetem para estes 3 elementos.

 

Bons passeios, bons mergulhos e bons petiscos!

 

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publicado às 09:30

O Guardião do Baixo Mondego

por Os bloggers, em 05.05.16

Entre Coimbra e Figueira da Foz, bem no coração do Baixo Mondego, encontramos a Vila de Montemor-o-Velho com o seu belo e imponente Castelo.

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As primeiras referências do Castelo de Montemor-o-Velho remontam ao Séc. IX com a reconquista deste aos Árabes. Desde então a sua posse alternou várias vezes entre Cristãos e Muçulmanos até que no Séc. XI com a reconquista de Coimbra passou definitivamente para as mãos dos Cristãos e devido à sua importância geo-estratégica, em conjunto com os Castelos de Miranda do Corvo, Penela, Soure e Santa Eulália, formava a cintura defensiva da cidade de Coimbra.

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Apesar da passagem definitiva para as mãos dos Cristãos as disputas no Castelo continuaram, desta vez entre os reis e príncipes de Portugal e já no início do Séc. XIX durante a Guerra Peninsular, chegou a ser ocupado pelas tropas de Napoleão.

Ao longo dos Séculos e destas disputas todas, a fortaleza sofreu várias ampliações e adaptações conforme as necessidades dos seus ocupantes, chegando o seu interior a servir de cemitério da povoação.

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Apesar do seu historial de lutas, a história mais conhecida do Castelo de Montemor-o-Velho é sobre o amor impossível de D. Pedro e Inês de Castro. Foi neste Castelo que em 1355 o rei Afonso IV se reuniu com os seus conselheiros para debater o perigo que Inês e os seus irmãos constituiam para a independência nacional, tendo decretado a sua morte que acabou por ser consumada no Paço de Santa Clara em Coimbra.

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Hoje em dia é tudo mais pacífico dentro das muralhas, existe um bonito jardim relvado, uma casa de chá no espaço do antigo Paço das Infantas, a Capela de Santo António, a Igreja da Madalena, as ruínas da Capela de São João e a igreja de Santa Maria da Alcáçova, que é bastante requisitada para a celebração de casamentos, esquecendo todas as tragédias que ali aconteceram. No interior da igreja de Santa Maria da Alcáçova destacam-se as figuras de Nossa Senhora do Ó grávida e o Anjo da Anunciação, ambos atríbuidos ao Mestre Pêro.

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Do alto das suas muralhas podemos desfrutar de uma fantástica vista sobre o vale do Mondego com os seus campos de milho e arroz, para o Paúl do Taipal e para a Vila de Montemor.

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Após a visita ao interior do Castelo, aconselhamos um passeio pelo exterior das muralhas, descendo a encosta até ao centro da Vila (existem umas escadas rolantes para voltar a subir caso tenham estacionado o carro junto ao Castelo) onde podem recuperar energias numa esplanada degustando um dos muitos doces conventuais típicos da zona, como por exemplo, os Pastéis de Tentúgal, as Espigas Doces, as Pinhas doces, ou as Barrigas de Freira.

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Para terminar o passeio, podem passar pelo Centro Náutico onde é provável encontrar algum evento a decorrer ou simplesmente para apreciarem a beleza das cegonhas nos seus ninhos à beira rio.

Bons passeios.

 

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O esquecido Mosteiro de Santa Maria de Seiça

por Os bloggers, em 06.04.16

O Mosteiro de Santa Maria de Seiça foi erguido por volta de 1162, no reinado de Dom Afonso Henriques, no centro de Portugal, mais propriamente em Seiça, muito perto da Figueira da Foz.

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No reinado de D. Sancho I os estabelecimentos da Ordem de Cister sofreram uma drástica redução restando apenas duas filiações, uma em Alcobaça e outra no Mosteiro de Santa Maria de Seiça, passando este último a albergar uma comunidade de Monges Brancos. Após um período conturbado no reinado de D. João III, entre os Séculos XVI e XVII sofreu obras e passou a albergar o centro de estudos filosóficos da Ordem de Cister.

 

Entretanto no início do século passado, caía a monarquia e iniciava-se um futuro muito incerto para este importante monumento. O Mosteiro foi vendido a privados e estes novos proprietários transformaram-no numa unidade industrial de descasque de arroz, a qual terá terminado a sua laboração por volta de 1976. Ainda são visíveis alguns vestígios dessa transformação.

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Ainda em 1834, depois da extinção das Ordens Religiosas, as talhas e os retábulos pétreos foram removidos e dispersos por várias igrejas do concelho.

Hoje o que vemos é um monumento e uma antiga unidade indústrial em ruínas. O Convento outrora ocupado monges e frades, é hoje habitação exclusiva de várias famílias de cegonhas.

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No cimo do edifício crescem arbustos e existem ninhos estrategicamente colocados.

Ouve-se o silêncio da natureza, quebrado pelo vôo livre das cegonhas e de quando em quando pela passagem de comboios na linha do oeste.

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A entrada no monumento está vedada por razões de segurança.

Em 2002 o Convento de Santa Maria de Seiça foi classificado como Imóvel de Interesse Público e em 2004 celebrou-se a escritura de compra do Mosteiro de Seiça por parte da Câmara Municipal da Figueira da Foz. O desejo de recuperação do monumento é grande, mas a verbas são demasiado avultadas para poderem ser asseguradas apenas pelo município.

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Gostaríamos imenso que o Convento de Seiça recuperasse o encanto de outrora, podendo estar disponível para uso de todos nós, como Monumento ou quem sabe como uma pousada de charme.

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Fonte da história: Wikipedia 

 

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