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Um hotel português em Barcelona

por Os bloggers, em 21.02.18

Durante a nossa estadia em Barcelona escolhemos o Pestana Arena Hotel para pernoitar.

Trata-se de um hotel de 4 estrelas, com uma excelente localização. Fica junto à Praça de Espanha, estando perto de tudo, mas relativamente afastado dos locais de maior confusão. Fica também a uma caminhada de 3 minutos da paragem do Aerobus.

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E é português!!! Foi tão bom sermos recebidos em Português e não ter de falar Portuguenhol... :)

Para além da localização e facilidade de comunicação, temos a dizer que o hotel é simpático e harmonioso.

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Os quartos são espaçosos, a cama grande e confortável e a decoração simples e moderna.

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Não chegámos a experimentar o spa, nem a "cozinha". Optámos por fazer as refeições durante as nossas voltinhas.

Resta ainda acrescentar que os funcionários são simpáticos e o Wi-Fi gratuito e com boa cobertura em todo o hotel.

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Quando voltarmos a Barcelona ponderamos seriamente ficar no mesmo hotel. A localização já era a nossa eleita de outras visitas, mas neste hotel em concreto foi a primeira vez que ficámos e gostámos bastante.

Fica a curiosidade de experimentar outros hóteis do mesmo grupo, aqui e além fronteiras!

Bons passeios!

 

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publicado às 10:00

Barcelona, my love...

por Os bloggers, em 20.02.18

Adoramos Barcelona...

É daquelas cidades que nos fazem sentir em casa e ao mesmo tempo de férias.

Tem uma localização óptima, um clima parecido com o nosso, uma energia genuína, muitos encantos por desvendar...

Foi nos feriados de Dezembo que voltámos a Barcelona.

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Depois dos acontecimentos menos favoráveis do último ano, Barcelona continua cheia de vida e não perdeu encanto, mas há muito mais policiamento e marcas de segurança nas ruas.

Ficámos 3 dias e 2 noites, em jeito de fim de semana prolongado... Soube super bem! Soube quase a verdadeiras férias!

Como já conhecemos de outras viagens os principais locais da cidade, desta vez decidimos visitar sítios que ainda não conhecíamos tão bem e passar brevemente em locais em que é obrigatório dizer um "hola".

Decidimos ficar junto à Praça de Espanha, um sítio central, perto de tudo, onde pára o Aerobus... mas relativamente afastado dos locais de maior confusão. Perfeito!

O hotel seleccionado foi o Pestana Arena Barcelona. A descrição do hotel ficará para outro post.

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No primeiro dia aterrámos ao final da manhã, apanhámos o Aerobus e saímos na Praça de Espanha. Viagem rápida! O almoço foi na Plaza de Toros de Las Arenas (Shopping), demos uma voltinha no Parc de Joan Miró (mesmo atrás de Las Arenas) e fomos até ao hotel deixar as malas.

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Da Praça de Espanha apanhámos o metro até ao Arc de Triomf. O plano definido era visitar a zona do Arc de Triomf, o Parc de la Ciutadella e dali descer pelo Bairro Gótico até às Ramblas, passando pela Basílica de Santa Maria del Mar e Catedral de Barcelona, sem deixar de apreciar vários cantos e recantos desta bonita e turística zona da cidade. Plano concretizado!

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O Parc de la Ciutadella é um parque grande, super agradável, que nasceu há mais de um século, tendo vários espaços de lazer e um lago. O principal ponto de encontro talvez seja a zona da fonte, ornamentada com a Quadriga de l'Aurora no topo da cascata. O Zoo de Barcelona e o Museu de Geologia localizam-se no interior do parque, entre outras atracções. Muitos destes locais e ornamentos do parque nasceram para a Exposição Universal de Barcelona de 1888.

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A Basílica de Santa Maria del Mar encontra-se em pleno Bairro Gótico, sendo uma Basílica imponente, entre ruas e ruelas do bairro. O início da sua construção data de 1329, é em estilo gótico e o seu interior é altivo, com diferentes altares e vitrais. É possível subir aos terraços da Basílica (em visita guiada), apreciar as vistas e ficar a conhecer muito sobre a história daquele local, suas gentes e da própria cidade. Imperdível! Já tínhamos espreitado a Basílica, mas muito fugazmente; a visita mais demorada valeu bastante a pena.

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No percurso entre o Parc de la Ciutadella e a Basílica visitámos o Mercat del Born, hoje transformado num centro de cultura e desvendando ruínas do passado, após 95 anos de actividade como mercado e de um período de 3 décadas à espera de destino.

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Depois da visita aos terraços da Basílica seguimos até à Catedral de Barcelona. Já era de noite. Na zona da Catedral fomos surpreendidos por uma bonita feira de Natal, que nos transportou o imaginário para os grandes Mercados de Natal do centro da Europa. Foi aqui que conhecemos o Tió (uma personagem natalícia típica da Catalunha) e os Caganer (bonequinhos muito improváveis para presépio, mas presença obrigatória nos presépios da Catalunha). Entrámos na Catedral, mas como queríamos subir aos seus terraços (sim, agora demos para subir a Terraços sempre que se pode), ainda aqui voltámos no último dia.

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Continuámos a calcurrear Barcelona antiga, passámos na Plaça de Saunt Jaume e na Plaça Reial. Chegámos às Ramblas e fomos até ao Mercat de la Boqueria, onde não resistimos aos maravilhosos sumos de fruta natural. Ponto de paragem obrigatório!

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Era quase hora de jantar e portanto de degustar umas belas tapas no Taller de Tapas, um restaurante de petiscos perto da Basílica de Santa Maria del Pi, que é um ponto de visita gastronómica obrigatório quando vamos a Barcelona. Muito bom!

Barriguinha composta, hora de voltar ao hotel para repôr energias para um novo dia de passeio!

Novidades em breve! Não percam o próximo "episódio"!

 

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publicado às 10:00

À descoberta de Lanzarote... A segunda parte

por Os bloggers, em 25.01.18

A ilha de Lanzarote já foi apresentada e os segredos de metade da Ilha desvendados...

Como prometido vamos desvender mais alguns segredos desta Ilha que um dia encantou Saramago...

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No segundo dia de passeio fomos conhecer:

 

- Cueva de los Verdes:

É uma das maiores grutas vulcânicas do mundo, constituída por uma série de grutas interligadas formadas por correntes de lava seca do vulcão La Corona. Tem um comprimento de 7 km, dos quais apenas 1 Km é visitável. No seu interior há um segredo escondido (não podemos desvendar, têm de visitar!). Muito bonito!

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- Jameos del Agua:

Pertence ao mesmo tubo vulcânico da Cueva de los verdes. Este local inclui a Casa dos Vulcões e uma lagoa natural de água salgada abaixo do nível da água do mar e formada por infiltração. É o único local no mundo onde vive o caranguejo cego albino - que é uma espécie rara e única no mundo de cor esbranquiçada e de pouco mais de um centímetro de comprimento, que é símbolo do Jameos Del Agua. A escuridão da gruta gerou a falta de pigmentação da espécie.

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- Mirador del Rio:

Este Miradouro, a Norte da Ilha, está inserido na rocha e tem diferentes níveis, oferecendo fantásticas vistas panorâmicas, nomeadamente sobre a Ilha Graciosa.

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- Haria (Aldeia das 1000 Palmeiras):

Durante o nosso passeio passámos por Haria, a Aldeia das 1000 Palmeiras. As palmeiras quebram a monotonia cromática do casario branco, produnzindo um bonito postal.

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- Plantação de Aloe Vera:

Tivemos ainda oportunidade de visitar e conhecer campos de produção de Aloe Vera e o respectivo ponto de venda de produtos (essencialmente cosméticos) à base de Aloe Vera.

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Para conhecerem os horários e valores das entradas nestes locais basta consultar o site do turismo de Lanzarote. Podem visitar estes locais sozinhos ou em excursões organizadas. É possível adquirir bilhetes conjuntos para várias actividades e que ficam mais económicos.

 

Divirtam-se!

 

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À descoberta de Lanzarote...

por Os bloggers, em 24.01.18

As apresentações de Lanzarote estão feitas... Já têm bilhete de avião?

Tal como prometido hoje vamos desvendar alguns dos locais mágicos que conhecemos em Lanzarote.

Durante a estadia na ilha dividimos as visitas em dois dias.

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No primeiro dia de passeio visitámos:

 

- Parque Nacional de Timanfaya:

Trata-se de um valioso parque vulcânico. Timanfaya é a cratera mais elevada, dando nome ao Parque Nacional, criado em 1974 e que ocupa uma área de cerca 51 km quadrados a Sudoeste da ilha. As últimas erupções ocorreram em 1824. Ainda existe atividade vulcânica, a 13 metros de profundidade a temperatura varia entre os 100ºC e os 600ºC. Durante a visita ao Parque, que é obrigatoriamente em autocarros do próprio parque, é impossível não ficar maravilhado e atónito com a paisagem vulcânica muito peculiar, cada montinho corresponde a um vulcão. É possível testemunhar diferentes experiências geotérmicas, com demonstrações do intenso calor subterrâneo, nomeadamente através de géiseres ou em covas relativamente baixas onde colocam palha e que rapidamente entra em combustão. Para os mais gulosos, no restaurante 'El Diablo' é possível degustar uma refeição competamente cozinhada pelo calor do vulcão.

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- Passeio de Camelo:

Ora aqui está um programa que não tínhamos muito curiosidade em experimentar, mas que acabámos por fazer e que adorámos. O passeio foi de dromedário e não de camelo... Vários dromedários alinhados, a caminhar em fila, na paisagem vulcânica do Parque Nacional Timanfaya. Foi um passeio diferente, que nos permitiu desfrutar da paisagem vulcânica de Lanzarote e interagir com os simpáticos dromedários.

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- Los Hervideros:

É uma zona muito bonita, onde se assiste a um espectáculo natural do mar rompendo efusivamente através de túneis e cavernas vulcânicas. Quando mar está revolto, ao chocar contra as escarpas vulcânicas e ao penetrar nos túneis debaixo dos nossos pés, forma um névoa no ar como se o mar estivesse a ferver. Quando visitámos o mar estava relativamente calmo pelo que não presenciámos este espectáculo da natureza.

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- Lagoa Verde em El Golfo:

Sim, verde, mesmo verde! Em Lanzarote há uma Lagoa Verde! O verde da lagoa contrasta com o azul do mar e o negro das rochas vulcânicas, produzindo um cenário improvável e de rara beleza. A cor da lagoa deve-se a umas algas específicas que estão à superfície da água e as quais estão adaptadas a água doce e ao enxofre do local.

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- Salinas de Janubio 

São as maiores salinas das Canárias e encontram-se numa lagoa que se formou pelas sucessivas erupções vulcânicas, que acabaram por criar uma barreira ao mar. São consideradas como Local de Interesse Científico pela presença de inúmeras aves migratórias.

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- La Geria:

A região vinícola de La Geria apresenta uma das paisagens mais extraordinárias da Europa. As videiras estão plantadas sobre terreno vulcânico, protegidas por muros feito de pedras, em formato arredondado, produzindo uma bonita e original paisagem.

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Por hoje é tudo, mas ainda há metade da Ilha de Lanzarote por explorar, por isso não percam o próximo post.

A segunda parte desta aventura já está online e podem vê-la aqui.

 

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"Aterrámos" em Lanzarote...

por Os bloggers, em 23.01.18

Estamos em pleno Inverno, mas caminhamos a passos largos para dias longos e quentes...

É com este pensamento que partilhamos convosco a nossa escapadinha a Lanzarote, nas Canárias.

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Este foi o texto que mais tempo viveu em forma de Rascunho na Pasta de Rascunhos do Blog, não sabemos porquê... talvez porque ficou o desejo de voltar à Ilha que um dia encantou e acolheu José Saramago... Foi um parto díficil, mas hoje é um dia feliz porque nasceu este post, depois de um arrastado trabalho de parto (leia-se, processo de criatividade)...

 

Começamos por desvendar um pouco sobre Lanzarote:

- Lanzarote é a ilha mais oriental do arquipélago das Canárias.

- Fica apenas a 113 quilómetros da costa de África.

- É formada por vulcões adormecidos, enormes crateras e rios de lava.

- A capital de Lanzarote é Arrecife desde 1852.

 

Além do fantástico clima, do mar calmo e com uma temperatura que permite andar horas a nadar, ideal para os adultos mas principalmente para as crianças, Lanzarote é também rica em locais turísticos que merecem uma visitinha. Sendo uma ilha vulcânica, a maioria desses locais está ligada aos Vulcões e à forma como moldaram a ilha e a vida dos seus habitantes.

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Visitámos Lanzarote num mês de Julho. Estava calor, o que fez com que o vento (característico da ilha) não nos importunasse em nada!

Ficámos na zona de Puerto del Carmen, uma das zonas mais turísticas, a meio da ilha e relativamente perto do aeroporto.

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Acertámos na zona, já a escolha do hotel não foi a mais feliz... era grande, barulhento (discoteca infantil com som a ecoar por todos os pisos até à meia-noite!), piscinas sempre a exceder a lotação, higiene das zonas comuns apenas qb... não foi mau, mas também não foi propriamente bom e por isso não vale a pena recomendar...

Escolhemos o regime de meia pensão e se voltássemos aquela zona da ilha voltariamos a apostar neste regime.

Fizemos praia a maioria das vezes nas imediações do hotel, zona mais calma um pouco a Este do centro de Puerto del Carmen, mas também nos estendemos ao Sol no centro de Puerto del Carmen, um local bem mais povoado de turistas, com um areal mais extenso  e com bonitas palmeiras.

A águas são calmas, temperadas e transparentes, permitindo fazer snorkelling junto à costa, mesmo sem grandes apetrechos. Relaxante!

Mas as férias não são só praia e nós adoramos explorar novos locais.

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Das visitas que fizemos em Lanzarote destacamos a visita à Casa de Saramago (e Pilar), em Tías, a cerca de 10 minutos de carro de Puerto del Carmen. Um local muito bonito, que desvenda parte da vida do nosso Nobel da Literatura. Imperdível! Espreitem aqui e fiquem a saber toda a nossa experiência nesse local.

Lanzarote tem muito por explorar, a maioria são obras da natureza, por isso não percam "os próximos episódios".

 

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Voltinhas pela Galiza

por Os bloggers, em 11.12.17

Depois de 2 dias em Santiago de Compostela regressámos calmamente até Portugal e parámos nalguns pontos estratégicos.

O primeiro sítio em que parámos, e que vamos querer um dia voltar, foi a Ilha da Toxa (ou Toja), junto ao Grove. Conhecem?

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Trata-se de uma pequena Ilha, banhada pela Ria de Arousa, onde consta que se cria o melhor marisco do mundo. Neste pequeno pedaço de terra há a promessa de poder desfrutar de bons hotéis, centros de spa, de praia para a Ria de Arousa ou de apanhar um barco para aproveitar os prazeres de um simples passeio ou visitar os viveiros de marisco. Ficámos curiosos!

A Ilha da Toxa está ligada a terra por uma ponte que a liga ao Grove. O Grove tem um importante porto pesqueiro que serve a Ria. Daqui podem apanhar-se inúmeros barcos que levam os turistas até aos viveiros de marisco, principalmente de mexilhão. Muitos destes passeios incluem degustações de marisco. Para além disso no Grove é possível apanhar barcos para algumas das Ilhas da Galiza, como as famosas Ilhas Cíes. Quando passámos por este local estava tudo muito parado, por ser Outuno, mas percebemos que no Verão há imensos barcos a sair com turistas para as mais diversas actividades.

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Continuámos a nossa viagem com destino a Vigo e com uma breve paragem em Pontevedra.

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Em vigo percorremos a pé a principal rua de comércio da cidade (Príncipe), onde é possível apreciar alguns marcos da cidade.

O passeio demorou cerca de 1 hora e começou na confluência das ruas Urzáiz e Príncipe, cujo pitoresco poste de iluminação, desenhado por Jenaro de la Fuente em 1932, é um dos pontos de encontro habituais dos Vigueses. Do mesmo local é possível apreciar o Museu de Arte Contemporâneo de Vigo, outrora prisão e tribunal.

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Mais à frente encontramos o Sireno, escultura do galego Francisco Leiro, que representa a união dos Vigueses com o mar através de um híbrido entre homem e peixe, um dos símbolos da cidade. Mais à frente encontramos a Praça da Princesa e a Praça da Constitucion, locais genuínos. Pelo caminho cruzámo-nos com o Dinoseto, um arbusto na forma de um simpático dinossauro com a sua cria.

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Estava na hora de voltar para o carro e o próximo destino foi a zona das praias de Vigo. Daqui apreciámos bem de perto a silhueta da Ilha de Toralla e das Ilhas Cíes, conhecidas como o maior tesouro da Ria de Vigo, escondendo algumas das mais belas praias do mundo. Estas ilhas só estão abertas ao público no Verão e têm regras de utilização restritas, no sentido de preservar o património ambiental, com uma fauna e flora únicas.

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Temos imensa curiosidade de conhecer as Ilhas Cíes, por isso tencionamos voltar num dos próximos Verões até à Galiza. Por agora ficou feito o reconhecimento do terreno!

E vocês, já andaram por estas paragens?

Que segredos nos contam?

Bons passeios!

 

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Hotel catita em Santiago de Compostela

por Os bloggers, em 07.12.17

Durante a nossa escapadinha em Santiago de Compostela ficámos duas noites no Deniké by Atalaia Hoteles.

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Escolhemos o hotel com base nas informações do Booking. O objectivo era ficar num sítio que permitisse visitar a cidade a pé, giro e preferencialmente económico. A pesquisa e a pontuação de 9.2 não nos enganaram, porque fomos bem sucedidos!

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O  Deniké by Atalaia Hoteles é um sítio simples, mas moderno, acolhedor e a dois passos de tudo. É um hotel quase familiar situado num edifício restaurado numa rua pedonal e apresenta quartos modernos e contemporâneos, com acesso Wi-Fi gratuito.

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O pequeno-almoço não tinha a variedade de grandes hotéis, mas a comida era bastante saborosa e fresca. Destacamos, e temos mesmo de destacar, o facto do sumo de laranja ser (mesmo) natural (feito na hora) e de termos café Nespresso à disposição. Estes pequenos grandes pormenores por vezes não se encontram em hotéis com o máximo das estrelas!

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Há ainda que realçar que as funcionárias eram super simpáticas e atenciosas.

Recomendamos sem dúvida este hotel a quem queira visitar Santiago de Compostela, excepto se existir alguma limitação para subir escadas (porque não há elevador).

Bons passeios!

 

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Ainda por caminhos de Santiago

por Os bloggers, em 06.12.17

Como o prometido é devido, aqui fica o resto da nossa escapadinha por Santiago de Compostela.

Já vos falámos da magia da Catedral de Santiago de Compostela e de parte da sua história e segredos.

Apesar de efectivamente a Catedral ser o ex-libris da cidade, existem outros pontos de interesse.

 

- Santa Maria La Real de Sar:

Esta igreja fica a cerca de 15 minutos a pé do centro histórico da cidade. As suas origens remontam a 1136, quando se fundou a primeira comunidade Agustina da Galiza, tornando-se num importante cento eclesiástico da cidade.Da época medieval conserva-se grande parte do claustro. Quer no exterior, quer no interior, chama bastante atenção o facto dos pilares estarem inclinados, o que se deverá a deficiências na construção, associado à natureza pantanosa do terreno. Em anexo encontr-ae o Museu de Arte Sacra, com valiosas peças históricas e documentais.

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- Parque da Alameda:

Trata-se de um bonito e agradável parque muito perto da Catedral e com bonitas vistas para a Catedral e para a parte mais moderna da cidade. É constituído por 3 sectores: o passeio da Alameda, a Capela de Santa Susana e o passeio da Ferradura. É desde o século XIX o ponto de referência mais importante para passeios e lazer de locais e turistas, um espaço muito acolhedor, uma espécie de salão natural.

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- Mercado de Abastos:

Os mercados de nuestros hermanos têm todos um charme especial e este também não foge à regra. Não tem o mesmo encanto que La Boqueria em Barcelona ou que o mercado de Valência, mas não deixa de ser um espaço interessante para se visitar.

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A nossa visita a Santiago de Compostela acabou com a visita ao mercado, depois de termos pernoitado duas noite em Santiago, Ainda era cedo, por isso calcurreámos alguns pontos de interessa da Galiza antes de voltar até Portugal.

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Novidades em breve...

Bons passeios!

 

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Um pulinho até Santiago de Compostela

por Os bloggers, em 05.12.17

No início de Novembro, juntando uns dias de férias ao feriado, demos um pulinho até Santiago de Compostela.

Já há muito tempo que tencionávamos conhecer Santiago de Compostela, mas nunca tinha calhado... até que finalmente chegou a altura de nos pôrmos a caminho de Santiago (mas de carro)!

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Santiago de Compostela situa-se no país vizinho, na Galiza, muito perto da fronteira com o Minho.

Era hora de jantar quando chegámos ao nosso destino. Estacionámos num dos muitos parques que existem à volta do centro histórico, deixámos as malas no hotel (estrategicamente seleccionado, a 5 minutos a pé da Catedral) e fomos jantar.

Degustámos umas tapas maravilhosas na La Bodequilla de San Roque, um sítio com muitas pessoas locais, o que considerámos bom sinal. Escolha acertada! Voltámos ao hotel de barriga aconchegada!

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Escolhemos o hotel com base nas informações do Booking. O hotel eleito foi o Deniké by Atalaia Hoteles, um sítio simples, mas moderno, acolhedor e a dois passos de tudo (deixamos uma foto da vista da janela do nosso quarto e falaremos melhor num próximo post).

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No dia seguinte calcurreámos a cidade. Apesar do tempo cinzento, a chuva não apareceu, o que permitiu a visita pedonal a todo o centro histórico da cidade.

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No centro histórico destaca-se inevitavelmente a Catedral de Santiago de Compostela.

A Catedral é o símbolo da cidade; a cidade que que se ergueu à sua volta.

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Esta obra prima foi construída entre 1075 e 1128, em honra do Apóstolo Santiago Maior, que difundiu a Cristianismo na Península Ibérica e que ali foi  sepultado (depois de decapitado em Jerusalém e trasladado para a Galiza - segundo reza a história). A Catedral foi construída em estilo românico, tendo sofrido depois várias reformas que lhe adicionaram elementos góticos, renascentistas e barrocos. Nos últimos anos está em permanente restauro, numa tentativa de corrigir erros de reformas passadas e de contraiar o peso da idade.

Quando chegámos dirigimo-nos à bilheteira, localizada na Praça do Obradoiro, e adquirimos bilhete para visitar a Catedral, os Telhados da Catedral e o respectivo Museu. Ficou por cerca de 15 euros e ainda obtivemos uma entrada gratuita para o mosteiro de Santa María La Real de Sar.

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Começámos por subir aos Telhados. Esta parte da visita foi guiada. Acabou por ser a nossa parte preferida, porque ficámos a saber muitos dos segredos e história daquele local, para além de apreciar de perto as suas imponentes torres e vistas sobre a cidade. Das vistas destacam-se as inúmeras chaminés, que eram tanto maiores quanto a riqueza / importância de quem naquela casa habitava. Curioso!

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Seguiu-se a visita ao Museu, que mostra muito do espólio da Catedral, contando a história dos muitos séculos por ali vividos. Dentro do espólio ali presente vimos um dos mantos da "nossa" Rainha Santa Isabel.

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E finalmente seguiu-se a visita aos Claustros e a entrada na majestosa Catedral! Bonita e imponente por dentro e por fora. Na Catedral não pudemos deixar de colocar as mãos sobre o manto da figura do apóstolo Santiago (pedindo um desejo) e visitar o seu túmulo, como manda a tradição.

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Quando a noite caiu tivemos de re-visitar a praça por detrás da Catedral, a Praça da Quintana... Pois na visita guiada aos terraços ouvimos a história de que todas as noites aparecia a silhueta de um peregrino reflectida na Catedral... E não é que aparece mesmo! Um jogo de luzes e sombras natural, fruto do acaso, faz com que num determinado ângulo, se veja o perfeito reflexo de um peregrino. Incrível!

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Para além da visita à Catedral, as quatro praças que a rodeiam – Obradoiro, Quintana, Imaculada e Pratarias – são de visita obrigatória. Assim como as ruas do centro histórico, onde se respiram séculos de história. Há literalmente uma igreja  e muitos edifícios históricos (como os da Universidade) em cada esquina!

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Por desvendar ficam ainda alguns segredos de Santiago!

Amanhã serão desvendados...

 

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Visita à Casa de José Saramago

por Os bloggers, em 16.11.17

Hoje, 16 de Novembro, a data de aniversário do "nosso" Nobel da Literatura José Saramago, recordamos o dia em que visitámos "A Casa", forma como é conhecida a casa que foi o refúgio de Saramago desde 1993 até à sua morte, em Tías na ilha de Lanzarote.

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Terá sido em Maio de 1991 que Saramago e Pilar se deslocaram a Tenerife para uma conferência, aproveitando a viagem, foram até Lanzarote para visitar os cunhados de Pilar e terá sido nessa ocasião que Saramago se deslumbrou com a paisagem da ilha. Nesse momento, Saramago e Pilar decidiram fixar a residência naquele local construindo a Casa e mais tarde a biblioteca.

"A Casa" de Saramago abriu ao público 9 meses após a sua morte, obedecendo à lógica poética do romance da sua autoria "O Ano da Morte de Ricardo Reis", onde a personagem Ricardo Reis tem uma conversa com Fernando Pessoa, que está morto, e lhe explica que são precisos nove meses para que os vivos se esqueçam dos mortos.

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A visita é feita com o auxílio do áudio-guia que, pelos textos criados por Pilar, nos relata pormenores da vida profissional e pessoal de Saramago, à medida que vamos avançando pelas divisões da casa.

 

A Sala

Antes de entrarmos na sala, passamos pelo hall de entrada onde, entre muitos objectos e pinturas, é possível ver um relógio que está parado nas 16h, hora em que Saramago conheceu Pilar.

A sala era lugar de descanso, com uma janela com vista para o mar que rodeia a ilha, que para Saramago e recordando palavras de César Manrique, era "a melhor obra". As paredes são revestidas com quadros relacionados com as suas obras.

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O Escritório

Foi sobre a mesa de pinho que ainda hoje lá está que escreveu as obras "Ensaio sobre a cegueira" e "Os Cadernos de Lanzarote". Em frente à secretária num móvel de madeira mexicana, estão retratos dos seus avós, pais, da sua filha, dos netos e da esposa. Na parede está uma cópia do Prémio Nobel.

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O Quarto

Foi aqui que no dia 18 de Junho de 2010, após tomar o pequenos almoço e ter voltado para a cama para descansar mais um pouco, acabou por descansar para sempre, com a mesma simplicidade que pautou a sua vida.

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A Cozinha

Para Saramago, a cozinha era um local de convívio, por vezes trabalho, tertúlias prolongadas, um local onde gostava de receber os seus amigos. Nesta cozinha passaram algumas figuras muito conhecidas como Mário Soares, José Luis Rodríguez Zapatero, Bernardo Bertolucci, Susan Sontag, Juan Goytisolo, Carlos Fuentes, Álvaro Siza Vieira, Ángeles Mastretta, Pedro Almodóvar, entre outros.

Podemos admirar peças que Saramago foi adquirindo nas suas viagens pelo mundo e como Saramago faria, somos convidados a beber um saboroso café português, que bem que nos soube!

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O Jardim

O jardim pode-se dizer que deu alguma luta, o solo necessitou de algum trabalho e foi preciso transportar terra para aquela zona para que Saramago pudesse dar início ao seu Jardim. Começou pelas palmeiras porque são nativas, pinheiros canários, uma romãzeira de Granada e dois marmeleiros. Depois continuou com um Olmo, uma sobreira cuja semente Saramago levou de Portugal, duas oliveiras portuguesas e duas oliveiras andaluzas. Era aqui que se costumava sentar e "gostava de sentir o vento, saber-se vivo, olhar o mar, pensar que o mundo pode ter remédio, que a humanidade que trazemos em nós deve prevalecer sobre a maldade".

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A Sala de Reuniões

Foi pensada inicialmente para as reuniões da direcção da Fundação José Saramago, no entanto, a Fundação tem a sua sede em Portugal. Acabou por servir mais de sala de refeições quando os encontros se prolongavam ou de sala de conferências.

Nas paredes da sala é possível admirar algumas obras de arte como uma gravura do Prémio Nobel de Literatura Gao Xingjian, um desenho de Alberti ou uma paisagem da Islândia de Ildefonso Aguilar, país pelo qual Saramago sentia grande afecto.

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A Biblioteca

"Uma casa feita de livros" era a descrição que Saramago fazia da sua casa. Segundo as suas palavras "esta biblioteca não nasceu para guardar livros, mas sim para acolher pessoas" e os livros, há que abri-los com cuidado, porque têm dentro o autor, com toda a sua sensibilidade, com tudo o que o fez ser único e irrepetível.

Aqui, por trás da sua cadeira, está um quadro do pintor checo Jiri Dokoupil, que retrata o casal em desenhos feitos com fumo de vela e tinta amarela. A biblioteca conta um acervo de cerca de 16 mil livros, entre outros objectos e muitas fotografias. 

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A Oliveira

Esta oliveira fez a viagem de avião num pote entre as pernas de Saramago. Não se sabia se ia resistir ao solo árido da ilha mas esta oliveira alentejana provou que se aguentaria e apresenta-se frondosa e verde. Hoje, recebe os visitantes desta fantástica casa museu!

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A Casa está aberta de segunda-feira a sábado das 10h às 14h e os bilhetes custam 8€.

Fizemos a visita no último dia de férias mesmo antes de ir para o aeroporto e adorámos, os textos do áudio-guia transportam-nos para o dia-a-dia de Saramago, como se estivessemos a passar uma manhã na casa de um amigo.

Se puderem, não percam a oportunidade de visitar.

Bons passeios!

 

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