Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Voltinhas pela Galiza

por Os bloggers, em 11.12.17

Depois de 2 dias em Santiago de Compostela regressámos calmamente até Portugal e parámos nalguns pontos estratégicos.

O primeiro sítio em que parámos, e que vamos querer um dia voltar, foi a Ilha da Toxa (ou Toja), junto ao Grove. Conhecem?

DSC03525.jpgDSC03527.jpg

Trata-se de uma pequena Ilha, banhada pela Ria de Arousa, onde consta que se cria o melhor marisco do mundo. Neste pequeno pedaço de terra há a promessa de poder desfrutar de bons hotéis, centros de spa, de praia para a Ria de Arousa ou de apanhar um barco para aproveitar os prazeres de um simples passeio ou visitar os viveiros de marisco. Ficámos curiosos!

A Ilha da Toxa está ligada a terra por uma ponte que a liga ao Grove. O Grove tem um importante porto pesqueiro que serve a Ria. Daqui podem apanhar-se inúmeros barcos que levam os turistas até aos viveiros de marisco, principalmente de mexilhão. Muitos destes passeios incluem degustações de marisco. Para além disso no Grove é possível apanhar barcos para algumas das Ilhas da Galiza, como as famosas Ilhas Cíes. Quando passámos por este local estava tudo muito parado, por ser Outuno, mas percebemos que no Verão há imensos barcos a sair com turistas para as mais diversas actividades.

DSC03530.jpgDSC03533.jpg

Continuámos a nossa viagem com destino a Vigo e com uma breve paragem em Pontevedra.

DSC03534.jpg

Em vigo percorremos a pé a principal rua de comércio da cidade (Príncipe), onde é possível apreciar alguns marcos da cidade.

O passeio demorou cerca de 1 hora e começou na confluência das ruas Urzáiz e Príncipe, cujo pitoresco poste de iluminação, desenhado por Jenaro de la Fuente em 1932, é um dos pontos de encontro habituais dos Vigueses. Do mesmo local é possível apreciar o Museu de Arte Contemporâneo de Vigo, outrora prisão e tribunal.

DSC03544.jpgDSC03545.jpg

Mais à frente encontramos o Sireno, escultura do galego Francisco Leiro, que representa a união dos Vigueses com o mar através de um híbrido entre homem e peixe, um dos símbolos da cidade. Mais à frente encontramos a Praça da Princesa e a Praça da Constitucion, locais genuínos. Pelo caminho cruzámo-nos com o Dinoseto, um arbusto na forma de um simpático dinossauro com a sua cria.

DSC03547.jpgDSC03549.jpgDSC03555.jpgDSC03562.jpgDSC03569.jpg

Estava na hora de voltar para o carro e o próximo destino foi a zona das praias de Vigo. Daqui apreciámos bem de perto a silhueta da Ilha de Toralla e das Ilhas Cíes, conhecidas como o maior tesouro da Ria de Vigo, escondendo algumas das mais belas praias do mundo. Estas ilhas só estão abertas ao público no Verão e têm regras de utilização restritas, no sentido de preservar o património ambiental, com uma fauna e flora únicas.

DSC03575.jpgDSC03576.jpgDSC03577.jpg

Temos imensa curiosidade de conhecer as Ilhas Cíes, por isso tencionamos voltar num dos próximos Verões até à Galiza. Por agora ficou feito o reconhecimento do terreno!

E vocês, já andaram por estas paragens?

Que segredos nos contam?

Bons passeios!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00

Hotel catita em Santiago de Compostela

por Os bloggers, em 07.12.17

Durante a nossa escapadinha em Santiago de Compostela ficámos duas noites no Deniké by Atalaia Hoteles.

DSC03473.jpg

Escolhemos o hotel com base nas informações do Booking. O objectivo era ficar num sítio que permitisse visitar a cidade a pé, giro e preferencialmente económico. A pesquisa e a pontuação de 9.2 não nos enganaram, porque fomos bem sucedidos!

DSC03348.jpg

O  Deniké by Atalaia Hoteles é um sítio simples, mas moderno, acolhedor e a dois passos de tudo. É um hotel quase familiar situado num edifício restaurado numa rua pedonal e apresenta quartos modernos e contemporâneos, com acesso Wi-Fi gratuito.

DSC03494.jpg

O pequeno-almoço não tinha a variedade de grandes hotéis, mas a comida era bastante saborosa e fresca. Destacamos, e temos mesmo de destacar, o facto do sumo de laranja ser (mesmo) natural (feito na hora) e de termos café Nespresso à disposição. Estes pequenos grandes pormenores por vezes não se encontram em hotéis com o máximo das estrelas!

DSC03491.jpg

Há ainda que realçar que as funcionárias eram super simpáticas e atenciosas.

Recomendamos sem dúvida este hotel a quem queira visitar Santiago de Compostela, excepto se existir alguma limitação para subir escadas (porque não há elevador).

Bons passeios!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00

Ainda por caminhos de Santiago

por Os bloggers, em 06.12.17

Como o prometido é devido, aqui fica o resto da nossa escapadinha por Santiago de Compostela.

Já vos falámos da magia da Catedral de Santiago de Compostela e de parte da sua história e segredos.

Apesar de efectivamente a Catedral ser o ex-libris da cidade, existem outros pontos de interesse.

 

- Santa Maria La Real de Sar:

Esta igreja fica a cerca de 15 minutos a pé do centro histórico da cidade. As suas origens remontam a 1136, quando se fundou a primeira comunidade Agustina da Galiza, tornando-se num importante cento eclesiástico da cidade.Da época medieval conserva-se grande parte do claustro. Quer no exterior, quer no interior, chama bastante atenção o facto dos pilares estarem inclinados, o que se deverá a deficiências na construção, associado à natureza pantanosa do terreno. Em anexo encontr-ae o Museu de Arte Sacra, com valiosas peças históricas e documentais.

DSC03438.jpgDSC03440.jpgDSC03445.jpgDSC03446.jpgDSC03448.jpg

 

- Parque da Alameda:

Trata-se de um bonito e agradável parque muito perto da Catedral e com bonitas vistas para a Catedral e para a parte mais moderna da cidade. É constituído por 3 sectores: o passeio da Alameda, a Capela de Santa Susana e o passeio da Ferradura. É desde o século XIX o ponto de referência mais importante para passeios e lazer de locais e turistas, um espaço muito acolhedor, uma espécie de salão natural.

DSC03449.jpgDSC03456.jpgDSC03460.jpgDSC03462.jpgDSC03466.jpgDSC03468.jpgDSC03472.jpg

 

- Mercado de Abastos:

Os mercados de nuestros hermanos têm todos um charme especial e este também não foge à regra. Não tem o mesmo encanto que La Boqueria em Barcelona ou que o mercado de Valência, mas não deixa de ser um espaço interessante para se visitar.

DSC03511.jpgDSC03510.jpgDSC03509.jpgDSC03508.jpgDSC03514.jpg

 

A nossa visita a Santiago de Compostela acabou com a visita ao mercado, depois de termos pernoitado duas noite em Santiago, Ainda era cedo, por isso calcurreámos alguns pontos de interessa da Galiza antes de voltar até Portugal.

DSC03522.jpg

Novidades em breve...

Bons passeios!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00

Um pulinho até Santiago de Compostela

por Os bloggers, em 05.12.17

No início de Novembro, juntando uns dias de férias ao feriado, demos um pulinho até Santiago de Compostela.

Já há muito tempo que tencionávamos conhecer Santiago de Compostela, mas nunca tinha calhado... até que finalmente chegou a altura de nos pôrmos a caminho de Santiago (mas de carro)!

DSC03517.jpg

Santiago de Compostela situa-se no país vizinho, na Galiza, muito perto da fronteira com o Minho.

Era hora de jantar quando chegámos ao nosso destino. Estacionámos num dos muitos parques que existem à volta do centro histórico, deixámos as malas no hotel (estrategicamente seleccionado, a 5 minutos a pé da Catedral) e fomos jantar.

Degustámos umas tapas maravilhosas na La Bodequilla de San Roque, um sítio com muitas pessoas locais, o que considerámos bom sinal. Escolha acertada! Voltámos ao hotel de barriga aconchegada!

IMG_20171031_222438.jpgIMG_20171031_222850.jpg

Escolhemos o hotel com base nas informações do Booking. O hotel eleito foi o Deniké by Atalaia Hoteles, um sítio simples, mas moderno, acolhedor e a dois passos de tudo (deixamos uma foto da vista da janela do nosso quarto e falaremos melhor num próximo post).

DSC03348.jpg

No dia seguinte calcurreámos a cidade. Apesar do tempo cinzento, a chuva não apareceu, o que permitiu a visita pedonal a todo o centro histórico da cidade.

DSC03351.jpgDSC03435.jpgDSC03436.jpg

No centro histórico destaca-se inevitavelmente a Catedral de Santiago de Compostela.

A Catedral é o símbolo da cidade; a cidade que que se ergueu à sua volta.

DSC03401.jpg

Esta obra prima foi construída entre 1075 e 1128, em honra do Apóstolo Santiago Maior, que difundiu a Cristianismo na Península Ibérica e que ali foi  sepultado (depois de decapitado em Jerusalém e trasladado para a Galiza - segundo reza a história). A Catedral foi construída em estilo românico, tendo sofrido depois várias reformas que lhe adicionaram elementos góticos, renascentistas e barrocos. Nos últimos anos está em permanente restauro, numa tentativa de corrigir erros de reformas passadas e de contraiar o peso da idade.

Quando chegámos dirigimo-nos à bilheteira, localizada na Praça do Obradoiro, e adquirimos bilhete para visitar a Catedral, os Telhados da Catedral e o respectivo Museu. Ficou por cerca de 15 euros e ainda obtivemos uma entrada gratuita para o mosteiro de Santa María La Real de Sar.

DSC03377.jpgDSC03368.jpgDSC03364.jpg

Começámos por subir aos Telhados. Esta parte da visita foi guiada. Acabou por ser a nossa parte preferida, porque ficámos a saber muitos dos segredos e história daquele local, para além de apreciar de perto as suas imponentes torres e vistas sobre a cidade. Das vistas destacam-se as inúmeras chaminés, que eram tanto maiores quanto a riqueza / importância de quem naquela casa habitava. Curioso!

DSC03355.jpgDSC03374.jpgDSC03376.jpgDSC03380.jpg

Seguiu-se a visita ao Museu, que mostra muito do espólio da Catedral, contando a história dos muitos séculos por ali vividos. Dentro do espólio ali presente vimos um dos mantos da "nossa" Rainha Santa Isabel.

DSC03407.jpg

E finalmente seguiu-se a visita aos Claustros e a entrada na majestosa Catedral! Bonita e imponente por dentro e por fora. Na Catedral não pudemos deixar de colocar as mãos sobre o manto da figura do apóstolo Santiago (pedindo um desejo) e visitar o seu túmulo, como manda a tradição.

DSC03415.jpgDSC03422.jpgDSC03426.jpgDSC03428.jpg

Quando a noite caiu tivemos de re-visitar a praça por detrás da Catedral, a Praça da Quintana... Pois na visita guiada aos terraços ouvimos a história de que todas as noites aparecia a silhueta de um peregrino reflectida na Catedral... E não é que aparece mesmo! Um jogo de luzes e sombras natural, fruto do acaso, faz com que num determinado ângulo, se veja o perfeito reflexo de um peregrino. Incrível!

DSC03500.jpgDSC03497.jpg

Para além da visita à Catedral, as quatro praças que a rodeiam – Obradoiro, Quintana, Imaculada e Pratarias – são de visita obrigatória. Assim como as ruas do centro histórico, onde se respiram séculos de história. Há literalmente uma igreja  e muitos edifícios históricos (como os da Universidade) em cada esquina!

DSC03495.jpgDSC03501.jpgDSC03482.jpg

Por desvendar ficam ainda alguns segredos de Santiago!

Amanhã serão desvendados...

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00

Visita à Casa de José Saramago

por Os bloggers, em 16.11.17

Hoje, 16 de Novembro, a data de aniversário do "nosso" Nobel da Literatura José Saramago, recordamos o dia em que visitámos "A Casa", forma como é conhecida a casa que foi o refúgio de Saramago desde 1993 até à sua morte, em Tías na ilha de Lanzarote.

_DSC7882.jpg

Terá sido em Maio de 1991 que Saramago e Pilar se deslocaram a Tenerife para uma conferência, aproveitando a viagem, foram até Lanzarote para visitar os cunhados de Pilar e terá sido nessa ocasião que Saramago se deslumbrou com a paisagem da ilha. Nesse momento, Saramago e Pilar decidiram fixar a residência naquele local construindo a Casa e mais tarde a biblioteca.

"A Casa" de Saramago abriu ao público 9 meses após a sua morte, obedecendo à lógica poética do romance da sua autoria "O Ano da Morte de Ricardo Reis", onde a personagem Ricardo Reis tem uma conversa com Fernando Pessoa, que está morto, e lhe explica que são precisos nove meses para que os vivos se esqueçam dos mortos.

_DSC7864.jpg

A visita é feita com o auxílio do áudio-guia que, pelos textos criados por Pilar, nos relata pormenores da vida profissional e pessoal de Saramago, à medida que vamos avançando pelas divisões da casa.

 

A Sala

Antes de entrarmos na sala, passamos pelo hall de entrada onde, entre muitos objectos e pinturas, é possível ver um relógio que está parado nas 16h, hora em que Saramago conheceu Pilar.

A sala era lugar de descanso, com uma janela com vista para o mar que rodeia a ilha, que para Saramago e recordando palavras de César Manrique, era "a melhor obra". As paredes são revestidas com quadros relacionados com as suas obras.

_DSC7833.jpg

 

O Escritório

Foi sobre a mesa de pinho que ainda hoje lá está que escreveu as obras "Ensaio sobre a cegueira" e "Os Cadernos de Lanzarote". Em frente à secretária num móvel de madeira mexicana, estão retratos dos seus avós, pais, da sua filha, dos netos e da esposa. Na parede está uma cópia do Prémio Nobel.

_DSC7828.jpg_DSC7830.jpg_DSC7825.jpg

 

O Quarto

Foi aqui que no dia 18 de Junho de 2010, após tomar o pequenos almoço e ter voltado para a cama para descansar mais um pouco, acabou por descansar para sempre, com a mesma simplicidade que pautou a sua vida.

_DSC7840.jpg

 

A Cozinha

Para Saramago, a cozinha era um local de convívio, por vezes trabalho, tertúlias prolongadas, um local onde gostava de receber os seus amigos. Nesta cozinha passaram algumas figuras muito conhecidas como Mário Soares, José Luis Rodríguez Zapatero, Bernardo Bertolucci, Susan Sontag, Juan Goytisolo, Carlos Fuentes, Álvaro Siza Vieira, Ángeles Mastretta, Pedro Almodóvar, entre outros.

Podemos admirar peças que Saramago foi adquirindo nas suas viagens pelo mundo e como Saramago faria, somos convidados a beber um saboroso café português, que bem que nos soube!

_DSC7843.jpg_DSC7844.jpg

 

O Jardim

O jardim pode-se dizer que deu alguma luta, o solo necessitou de algum trabalho e foi preciso transportar terra para aquela zona para que Saramago pudesse dar início ao seu Jardim. Começou pelas palmeiras porque são nativas, pinheiros canários, uma romãzeira de Granada e dois marmeleiros. Depois continuou com um Olmo, uma sobreira cuja semente Saramago levou de Portugal, duas oliveiras portuguesas e duas oliveiras andaluzas. Era aqui que se costumava sentar e "gostava de sentir o vento, saber-se vivo, olhar o mar, pensar que o mundo pode ter remédio, que a humanidade que trazemos em nós deve prevalecer sobre a maldade".

_DSC7846.jpg_DSC7858.jpg_DSC7861.jpg

 

A Sala de Reuniões

Foi pensada inicialmente para as reuniões da direcção da Fundação José Saramago, no entanto, a Fundação tem a sua sede em Portugal. Acabou por servir mais de sala de refeições quando os encontros se prolongavam ou de sala de conferências.

Nas paredes da sala é possível admirar algumas obras de arte como uma gravura do Prémio Nobel de Literatura Gao Xingjian, um desenho de Alberti ou uma paisagem da Islândia de Ildefonso Aguilar, país pelo qual Saramago sentia grande afecto.

_DSC7819.jpg_DSC7820.jpg

 

A Biblioteca

"Uma casa feita de livros" era a descrição que Saramago fazia da sua casa. Segundo as suas palavras "esta biblioteca não nasceu para guardar livros, mas sim para acolher pessoas" e os livros, há que abri-los com cuidado, porque têm dentro o autor, com toda a sua sensibilidade, com tudo o que o fez ser único e irrepetível.

Aqui, por trás da sua cadeira, está um quadro do pintor checo Jiri Dokoupil, que retrata o casal em desenhos feitos com fumo de vela e tinta amarela. A biblioteca conta um acervo de cerca de 16 mil livros, entre outros objectos e muitas fotografias. 

_DSC7868.jpg_DSC7866.jpg

 

A Oliveira

Esta oliveira fez a viagem de avião num pote entre as pernas de Saramago. Não se sabia se ia resistir ao solo árido da ilha mas esta oliveira alentejana provou que se aguentaria e apresenta-se frondosa e verde. Hoje, recebe os visitantes desta fantástica casa museu!

_DSC7879.jpg

 

A Casa está aberta de segunda-feira a sábado das 10h às 14h e os bilhetes custam 8€.

Fizemos a visita no último dia de férias mesmo antes de ir para o aeroporto e adorámos, os textos do áudio-guia transportam-nos para o dia-a-dia de Saramago, como se estivessemos a passar uma manhã na casa de um amigo.

Se puderem, não percam a oportunidade de visitar.

Bons passeios!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00

Finalmente chegou a 2ª temporada de Príncipe à RTP2!

Segunda-temporada-principe_MDSIMA20150413_0170_1.j

Após uma 1ª temporada bastante empolgante que nos deixou colados ao ecrã, estávamos a desesperar por esta 2ª temporada que promete ser ainda mais emocionante.

A 2ª temporada conta com 18 episódios cheios de romance, terrorismo e mais imagens da bela cidade de Ceuta que nos vão "prender" todos os dias por volta das 22h na RTP2.

Se não conhecerem a série, podem consultar aqui o site oficial.

Não percam!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:54

Cama Emprestada | Exe Hotel Salamanca

por Os bloggers, em 29.06.16

Durante a nossa estadia em Salamanca (espreitem tudo aqui e aqui), escolhemos o Exe Hotel Salamanca para pernoitar.

DSC03182.jpg

Trata-se de um hotel de 4 estrelas que não fica exactamente no centro histórico, mas fica mesmo ao lado do Parque de Los Jesuitas e a uma caminhada de apenas 8 minutos da Plaza Mayor e das Catedrais.

DSC02956.jpg

Ficámos muito satisfeitos. A nossa pesquisa na internet não nos enganou, pois conseguimos acertar com um hotel simpático, com uma boa relação qualidade / preço / localização. Perfeito para partir à descoberta e dormir sossegadamente!

Trata-se de um hotel com 63 quartos, com uma decoração contemporânea, de linhas simples e confortáveis.

DSC02881.jpgDSC02880.jpg

Os quartos são espaçosos, confortáveis e silenciosos, com uma casa de banho grande e funcional.

DSC02886.jpgDSC02887.jpgDSC02884.jpg

O acesso à internet é gratuito, sem limite de dispositivos e tem óptima cobertura no quarto (sempre bom!).

O pequeno-almoço também não desiludiu, com produtos frescos e com variedade (mas não se atrasem nem 1 minuto, porque na hora de término do pequeno-almoço a porta fecha-se mesmo).

Conseguimos estacionar o carro na garagem do hotel, durante o período da estadia.

A estadia ficou por 69 euros, com parque e pequeno-almoço incluídos. Se tivessemos optado apenas pelo quarto teria ficado por cerca de 45 euros.

De que é que estão à espera para passar um dia em Salamanca? As dicas estão dadas. Aproveitem!

Bons passeios!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:30

Um dia em Salamanca - Parte II

por Os bloggers, em 24.06.16

Como prometemos ontem, aqui fica o relato da parte da tarde.

Depois de almoçar fomos admirar a Plaza Mayor durante o dia. Pelo caminho apreciámos as ruas impecavelmente limpas e ladeadas por edifícios de cor amarelada mantendo a traça antiga. Salamanca acaba por se tornar numa cidade um pouco monocromática.

DSC03055.jpgDSC03052.jpgDSC03039.jpg

Das fachadas que vimos no trajecto pela Rua Compania destacamos - Casa de las Conchas (também espreitámos o interior, onde funciona uma biblioteca), Iglesia San Benito, Convento de las Agustinas, Iglesia de la Puríssima, Palacio de Monterrey e o Convento de las Úrsulas. Chegámos então à Plaza Mayor, que é uma praça muito bonita e onde se respira história. A Plaza Mayor foi construída no século XVIII, em estilo barroco e rapidamente se tornou num símbolo e centro de vida social da cidade. As suas quatro fachadas são todas diferentes e encontram-se preenchidas por vários restaurantes, lojas e esplanadas, a nível do piso inferior.

DSC03030.jpg

DSC03038.jpgDSC03033.jpgDSC03045.jpgDSC03041.jpg

Daqui fomos novamente em direcção às Catedrais, para visitar as suas torres, a entrada ficou por 3,75 euros. As Torres Medievais da Catedal constituem um dos emblemas mais importantes de Salamanca. Têm 110 metros de altura, impondo-se magestosamente numa vista ao longe e, por outro lado, proporcionando uma bela vista sobre o interior das catedrais e da própria cidade. Imperdivel!

DSC03065.jpgDSC03071.jpgDSC03076.jpgDSC03085.jpgDSC03096.jpgDSC03095.jpgDSC03101.jpg

Seguimos para a Universidad Pontificia, Iglesia e Torres de la Clerecía, em frente à Casa de las Conchas, a entrada ficou por 6 euros. Primeiro subimos às Torres de la Clerecía e voltámos a ter uma vista soberba da cidade. De seguida fizemos uma visita guiada pela sede histórica desta universidade e, respectiva igreja, a Iglesia de la Clerecía. Diz-se que a cúpula da igreja ficou inclinada depois do terramoto de Lisboa de 1755, sentido também em Salamanca.

DSC03120.jpgDSC03128.jpgDSC03127.jpgDSC03150.jpgDSC03151.jpgDSC03158.jpgDSC03156.jpg

DSC03160.jpg

Após as visitas, recuperámos energias com um Frozen Yogurt, que sabe sempre bem!

A visita a esta cidade dos estudantes estava a chegar ao fim, decidimos fazer um trajecto alargado para o parque onde deixámos o carro, para poder ver as fachadas do Convento de las Dueñas e do Convento e Iglesia de San Esteban e passámos o Rio Tormes desta vez pela Puente Romano, uma bonita ponte romana.

DSC03165.jpgDSC03166.jpgDSC03167.jpgDSC03173.jpgDSC03180.jpgDSC03189.jpgDSC03190.jpgDSC03193.jpg

Às 20 horas locais, precisamente 24 horas depois da chegada a Salamanca, rumámos novamente até terras lusitanas. Voltámos a utilizar a Autovía de Castilla, que nos deixa em Vilar Formoso, sem ter de pagar portagens. Não deixa de ser irónico que esta é uma via muito utlizada por portugueses, principalmente camionistas, e que nuestros hermanos construíram gratuitamente (quase só) para nós. Também não podemos deixar de reparar nos 25 cêntimos de diferença entre o gasóleo do lado de cá para o de lá... Fronteiras!

Bem, auto-estradas e portagens de lado, foram dois dias muito bem passados, no país vizinho, mesmo aqui ao virar da esquina!

IMG_20160606_202936.jpg

Só podemos dar um conselho: aproveitem as nossas dicas e vão até Salamanca!

Bons passeios!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:30

Um dia em Salamanca - Parte I

por Os bloggers, em 23.06.16

Já o Sol se estava a pôr quando chegámos a Salamanca.

Cruzámos a fronteira em Vilar Formoso perto das 14 horas, que logo se transformaram em 15 horas. Parámos na Ciudad Rodrigo logo a seguir à fronteira, para almoçar e conhecer este histórico município (que já vos demos a conhecer aqui). Às 19 horas arrancámos para Salamanca, onde chegámos por volta das 20 horas.

DSC02964.jpg

Não conhecíamos Salamanca, uma cidade cheia de história e com uma das mais antigas universidades do mundo. Ficámos fascinados desde logo ao entrar na cidade, com a imponência e beleza das catedrais, que se destacam ao longe.

Fomos directos para o hotel, o Exe Hotel Salamanca, de 4 estrelas. Não fica exactamente no centro, mas fica apenas a uma caminhada de 8 minutos da Plaza Mayor e das Catedrais. A nossa pesquisa na internet não nos enganou, pois conseguimos acertar com um bom hotel, com uma boa relação qualidade / preço / localização (daremos todas as informações na rúbrica "Cama Emprestada").

Fizemos check-in, estacionámos o carro no hotel e partimos à descoberta com um mapa que pedimos no hotel.

 

Ainda antes de jantar, fomos directos à Plaza Mayor, passámos pela Casa de Las Conchas e Universidad Pontificia e circundámos as belas Catedrais. Pelo caminho ainda houve tempo para conhecer um bonito jardim, designado Huerto de Calixto y Melibea. Basicamento fizemos um reconhecimento do terreno, para no dia a seguir explorar detalhadamente. Jantámos na simpática Rua Mayor, uma rua pedonal que liga todos estes centenários locais, para depois aterrar na confortável cama do Exe Hotel.

DSC02889.jpgDSC02903.jpgDSC02907.jpgDSC02922.jpg

DSC02939.jpgDSC02931.jpgDSC02952.jpgDSC02942.jpg

No dia seguinte a ideia era acordar cedo, mas férias são férias e levantámo-nos mesmo em cima da hora de não falhar o pequeno-almoço do hotel (somos peritos nisso!).

Às 11 horas começou a nossa jornada. Começámos por visitar o Parque - Huerta de Los Jesuítas. Um bonito e grande parque verde da cidade, mesmo ao lado do hotel. De seguida fizemos check-out e levámos o carro para um parque grátis, no lado Sul da Puente Enrique Estevan, a cerca de 8 minutos a pé das Catedrais. A curta caminhada até à zona histórica é muito agradável.

DSC02959.jpgDSC02958.jpgDSC02963.jpg

Começámos por visitar a Catedral Nueva e a Catedral Vieja, construídas lado a lado e interligando-se. A entrada conjunta é de 4,75 euros, com direito a audio-guia. A visita começa pela Catedral Nueva, que foi construída entre os séculos XVI e XVIII, misturando o estilo gótico tardio, renascentista e barroco. Esta catedral foi construída encostada ao muro Norte da Catedral Vieja (que felizmente não foi destruída), para poder responder ao aumento demográfico da cidade, muito por "culpa" da reconhecida Universidade de Salamanca, actualmente uma das mais antigas e conceituadas da Europa. Esta Catedral é constituída por várias pequenas capelas laterais e tem dois imponentes orgãos. A Sul da Catedral Nueva transitamos para a Catedral Vieja, construída entre os séculos XII e XIV, em estilo românico e gótico. Os traços são mais simples do que os da catedral mais recente, mas cativam pela antiguidade, originalidade e pinturas de grande valor que perpetuam até hoje. Gostámos muito da visita. Ah! À entrada na Catedral Nueva, pela Plaza de Anaya, não se esqueçam de identificar o Astronauta esculpido na sua fachada. Sim, um Astronauta, da autoria de Jerónimo Garcia, que na década de 90 do século passado restaurou a Catedral e como manda a tradição esculpiu uma marca identificativa do século do restauro - a figura escolhida (e muito bem) foi um astronauta. Apreciem também o Dragão que se delicia com um gelado de cone com 3 bolas que é também uma marca do restauro de 1992. 

DSC02985.jpg

DSC02979.jpgDSC02975.jpgDSC03014.jpg

DSC03020.jpgDSC03021.jpg

Após a visita às Catedrais fomos almoçar; voltámos a comer num dos espaços da Rua Mayor, desta vez na esplanada. Muito agradável!

DSC03027.jpg

 

Depois do almoço retomámos o nosso roteiro por Salamanca, mas esta segunda parte do passeio será desvendada amanhã. Não percam!

 

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:30

Ciudad Rodrigo, ali mesmo ao virar da esquina

por Os bloggers, em 21.06.16

Ali mesmo ao virar da esquina, ou como quem diz, meia dúzia de quilómetros depois de passar a fronteira de Portugal em Vilar Formoso, ergue-se a Ciudad Rodrigo, considerada Conjunto Histórico-Artístico de Espanha.

DSC02877.jpgDSC02873.jpg

Cidade Rodrigo é um município de Espanha, na província de Salamanca, comunidade autónoma de Castela e Leão, conhecido por ter um centro histórico protegido por muralhas que nos transporta literalmente no tempo. A maioria das construções datam dos séculos XV e XVI, altura em que a cidade viveu tempos de esplendor. Das construções destacam-se a muralha medieval, a Catedral e o Castelo. A muralha data do século XII.

DSC02865.jpg

Passámos uma tarde na Cidade Rodrigo, antes de prosseguir viagem para Salamanca.

Entrámos nas muralhas pela porta junto à Catedral e ao posto de turismo, a porta mais a Norte e que liga a parte nova à parte história de Ciudad Rodrigo. O posto de turismo estava fechado, porque era Domingo à tarde, mas em contra-partida a visita à Catedral era gratuita.

DSC02869.jpgDSC02804.jpg

Almoçámos numa das várias esplanadas do local; escolhemos um menú com direito a primeiro e segundo prato, bem à moda de nuestros hermanos. Bem, a barriguinha cheia e os 30ºC que se faziam sentir quase que comprometeram o nosso passeio pedonal.

Depois do almoço, começámos por apreciar a imponente Catedral de Santa Maria, a Iglesia de Cerralbo e as vistas das muralhas para Norte e Oeste, bem como as praças circundantes - Plaza de Amayuelas, Herrasti, San Salvador, Mazarrasa (onde almoçámos) e Buen Alcaide.

DSC02872.jpgDSC02806.jpg

Daí seguimos para a Plaza Mayor, que é uma praça grande e muito bonita, onde se respira história, como aliás a maioria das praças principais das cidades espanholas, onde inevitavelmente gira século após século a vida social dos locais. Nesta praça localiza-se o Ayuntamiento de Ciudad Rodrigo.

DSC02807.jpgDSC02813.jpgDSC02809.jpg

Depois de passar a Plaza Mayor fomos até à Porta de Santiago, do lado oposto ao qual entrámos nas muralhas. Neste local existe uma espécie de miradouro com vistas sobre o rio e a antiga ponte. Libertador!

DSC02838.jpg

Seguimos para a Plaza del Castillo, onde entrámos no antigo Castillo Alcazar de Enrique II, hoje transformado num hotel. Apesar de convertido numa unidade hoteleira a bonita Torre de Menagem mantém-se aberta a visitas públicas (a entrada é 1.5 euros). Para além disso podemos visitar o jardim e pátios interiores. É um espaço engraçado e a apelar ao ócio.

DSC02847.jpgDSC02859.jpgDSC02831.jpgDSC02830.jpgDSC02836.jpg

Final de tarde e hora de voltar ao carro.

Foi uma tarde bem passada, embora sem transcender, e que serviu de aperitivo para o que viria a seguir - Salamanca!

 

Acompanhem-nos também no Facebook e no Instagram.

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:30


Mais sobre mim

foto do autor


Sigam-nos


O melhor blog do mundo


Instagram




Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D

Links

  •  



  • subscrever feeds


    Subscrever por e-mail

    A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.