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O bonito Jardim Botânico da Ajuda

por Os bloggers, em 30.06.17

Num dos últimos fins de semana fomos visitar o Jardim Botânico da Ajuda.

Ainda não conhecíamos este jardim e foi uma agradável surpresa!

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Fica muito perto do Palácio Nacional da Ajuda, um pouco acima do Jardim Botânico Tropical e de olhos postos no Tejo.

O jardim foi fundado em 1768 e projectado pelo botânico italiano (Domingos Vandelli) a pedido do rei D. José, sendo o principal objectivo deste jardim, a educação dos príncipes.

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Trata-se de um jardim botânico com 3,5 hectares que se dividem em dois tabuleiros - o superior com a colecção botânica e o inferior que corresponde a um jardim de passeio / recreio.

A arquitectura do jardim é renascentista, mas com ornamentos com influência barrouca. O jardim conta com inúmeros exemplares de plantas oriundas de todo o mundo, estátuas e fontes, para além de uma alegre família de pavões.

 

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Hoje em dia além de ser um belíssimo local para passeio, serve também de Unidade de Apoio Tecnológico do Instituto Superior de Agronomia. O jardim está muito bem conservado, excepto no que toca às fontes, que não têm água corrente e parecem necessitar de alguma manutenção, mas sem perderem a sua beleza genuína.

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Para mais informações sobre os horários e o preçário, podem consultar a página oficial aqui.

E vocês, já conheciam este pequeno tesouro "esquecido" na Ajuda?

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Bons passeios!

 

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publicado às 10:00

Caminhada pelo Paço do Lumiar

por Os bloggers, em 11.05.17

No último fim de semana decidimos fugir dos principais pontos de atracção turística da cidade de Lisboa e fomos para a periferia. Entre algumas opções, acabámos por escolher o Paço do Lumiar.

O Paço do Lumiar é um dos 3 núcleos urbanos que integram a freguesia do Lumiar. Os terrenos do Paço do Lumiar eram propriedade do rei D. Afonso III, mais tarde foram doados por D. Dinis ao seu filho D. Afonso Sanches que se passaram a chamar de Paços do Infante D. Afonso Sanches, entretanto no reinado de D. Afonso IV esses terrenos receberam a designação que se mantém até hoje. Esta pequena povoação está repleta de belas e nobres quintas enquanto que nos terrenos limítrofes têm sido construídos condomínios, vivendas de luxo e até um extenso campo de golfe, mantendo-se esta zona como uma das mais nobres da cidade. 

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É aqui no Paço do Lumiar que estão instalados o Museu Nacional do Traje e o Museu Nacional do Teatro. Estes dois museus estão instalados em antigos palácios, o Museu Nacional do Traje está instalado no Palácio Angeja-Palmela e o Museu Nacional do Teatro está instalado no Palácio Monteiro-Mor. Estes palácios partilham o belíssimo Parque Botânico de Monteiro-mor, tendo este parque servido de cenário para o poema "No Lumiar" de Almeida Garrett. Sobre estes falaremos mais ao pormenor num próximo post.

 

A maioria dos palacetes e quintas encontram-se em bom estado, no entanto há alguns ao abandono, nomeadamente a Quinta de N. Senhora da Paz que curiosamente é património da Câmara Municipal de Lisboa e já apresenta sinais de vandalismo nos painéis de azulejos.  

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Ao longo do passeio fomos encontrando alguns marcos históricos, como a casa onde faleceu o poeta Cesário Verde, quintas que foram residência de reis e rainhas, um antigo chafariz, bonitos painéis de azulejos e com a curiosidade, lá fomos espreitando alguns jardins destes palacetes. Este ano na rúbrica Lisbon Week que a Câmara Municipal promove todos os anos para destacar uma freguesia, foi possível visitar estas quintas e os seus belos jardins, mas com muita pena, não pudemos usufruir dessa oportunidade.

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Como era muito comum na época, muitas das casas têm alminhas nas fachadas, algumas têm mesmo esculturas dos santos outras são painéis de azulejos. Passámos também pela Capela de São Sebastião e pela Igreja Paroquial do Lumiar.

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Das fachadas dos palacetes, destacamos a Quinta de São Sebastião na primeira foto do post, em baixo mostramos o pormenor da entrada da capela e a Quinta dos Azulejos (as duas fotos logo após a capela), são imponentes e muito belas, no entanto há outras que apresentam pequenos detalhes em azulejo que vale a pena admirar.

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Vale mesmo a pena caminhar por estas ruas para admirar este bonito património e se no final ficarem com fome, basta atravessar a Av. Padre Cruz e podem deliciar-se com os petiscos da taberna A Preciosa, a qual já vos falámos aqui.

Bons passeios!

 

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O Castelo de São Jorge

por Os bloggers, em 30.11.16

Sempre belo, lá no alto, a coroar a magnífica cidade de Lisboa... É o Castelo de São Jorge!

É maravilhoso olhar para ele e tão ou mais belo olhar através dele!

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O Castelo de São Jorge é um monumento nacional, cujas primeiras pedras remontam de meados do século XI, quando a fortificação foi construída pelos muçulmanos. Quando Dom Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, conquistou Lisboa em 1147, o Castelo ganhou uma dimensão ainda maior e cresceu.

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Nos séculos que se seguiram foi o local eleito pela realeza para aclamar novos reis, receber convidados ilustres e realizar festejos marcantes. A partir do século XVI adquiriu uma função mais militar, que se manteve até ao século XX. Neste período, concretamente após o terramoto de 1755, foi sujeito a obras de reconstrução, que esconderam ruínas mais antigas.

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Hoje o Castelo tem tanto ou mais brilho do que nos seus gloriosos anos, estando ao alcance de todos nós, quer para aproveitar os seus trilhos e beleza, quer para apreciar Lisboa e o Tejo até onde a vista alcança.

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É sem dúvida um local inspirador, para os Lisboetas, para todos os Portugueses e para os nossos visitantes!

Para mais informações consultem o site oficial aqui.

 

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publicado às 09:30

Entre Prazeres e Necessidades

por Os bloggers, em 01.06.16

Bem, não pensem coisas... Este é um post muito mais inocente do que pode parecer pelo título. 

Logo o nosso país havia de ter um Cemitério dos Prazeres e um Palácio das Necessidades. É antagónico, mas não deixa de ter a sua piada!

 

No fim de semana, aproveitando o intervalo dos pingos da chuva, fomos parar à antiga freguesia dos Prazeres, em Lisboa. O objectivo era visitar o Jardim da Tapada das Necessidades, pelo caminho passámos junto ao cemitério da freguesia.

Este espaço abriu em 1833, por ocasião de uma epidemia de cólera. É constituído quase exclusivamente por jazigos particulares, sendo possível apreciar monumentos de autores anónimos, lado a lado com peças de arquitetos de renome do século XIX até aos nossos dias, bem como o trabalho de alguns do nossos importantes escultores que desta forma se perpetuaram através dos tempos.

 

Já há algum tempo que tínhamos ouvido falar da possibilidade de visitar o dito cemitério através de visitas guiadas promovidas pela Câmara Municipal de Lisboa, para apreciar a imponência e arquitectura das construções que o compõem, muitas delas quase com 200 anos; bem como as vistas sobre Alcântara, o Tejo, a ponte e o Cristo Rei... É um roteiro alternativo, mas historicamente interessante. Percebemos que não faltam turistas a visitar o espaço, com máquina  fotográfica pronta a disparar. E esta hein?

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Apenas demos um espreitadela rápida. Ficámos curiosos por experimentar a visita guiada.

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Seguimos então até ao nosso destino, o Jardim da Tapada das Necessidades.

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A Tapada das Necessidades nasceu no reinado de Dom João V e serviu de residência real até ao século passado. Actualmente pertence ao Ministério dos Negócios Estrangeiros. O jardim da Tapada, cuja entrada é gratuita, tem cerca de 10 hectares e espalha-se charmosamente numa encosta entre a Estrela e Alcântara.

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Estacionámos no Largo das Necessidades e fomos explorar o jardim, que acolhe árvores autóctones e espécimes provindas de todo o mundo, como alfarrobeiras, dragoeiros, medronheiros, zambujeiros e sóforas-do-japão. Apreciámos também os lagos (com patinhos acabados de nascer), a estufa circular e o imponente jardim de cactos, para além de uma bonita vista sobre o Tejo.

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É um dos pulmões verdes da cidade de Lisboa, um tesouro que muitos não conhecem. Existem mesas e um relvado extenso onde é possível fazer piqueniques, é sem dúvida um local capaz de oferecer umas horas muito bem passadas. 

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Não deixem de ir explorar este jardim. Nós vamos seguramente voltar!

Bons passeios!

 

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