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Maurícias, é um prazer!

por Os bloggers, em 09.11.17

No último post apresentámos as Maurícias, hoje vamos relatar as nossas férias nesta bonita ilha.

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Porquê as Maurícias? Foi o local que escolhemos para a nossa lua-de-mel… Queríamos ir para um sítio paradisíaco, mas que nos permitisse fazer outras actividades para além de praia. As Maurícias conseguem reunir na perfeição os dois mundos. E lá fomos nós!

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Partimos de Lisboa na Turkish e depois de 14 horas no ar, com uma escala em Istambul pelo meio, chegámos às Maurícias. Há também a possibilidade de viajar pela Emirates (escala no Dubai), na Air France (escala em Paris) ou através de voos charters a partir de Madrid. Portanto, podem escolher o que mais vos agradar; nós optámos por escolher a viagem com escalas mais curtas.

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O aeroporto, a Este da Ilha, fica a cerca de 1 hora de carro de Flic-en-Flac (a zona que escolhemos para a estadia). Pelo caminho, no transfer, fomos apreciando o verde da ilha e os vastos campos de canas-de-açúcar. As estradas são razoáveis e da influência Inglesa ficou a condução à esquerda.

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Chegámos ao início da tarde ao Sugar Beach, em Flic-en-Flac. Fomos recebidos com simpatia e desde logo nos cativou o ambiente do Resort, virado para o mar, apresentando dois edifícios de maiores dimensões e duas zonas com casinhas mais pequenas, para onde fomos levados. O Sugar Beach apresenta 2 piscinas, 3 restaurantes, um spa, um ginásio, sala de conferências e está literalmente em cima da praia. Sendo a Oeste da ilha, é possível apreciar quase diariamente um maravilhoso pôr-do-sol sobre o mar. Um mar paradisíaco, de água transparente e quente, rodeado por uma barreira de corais. IMPERDÍVEL!

O Sugar Beach situa-se na costa Oeste e sensivelmente a meio da ilha, o que permite uma deslocação relativamente fácil para qualquer ponto. Dedicaremos brevemente um post em exclusivo ao hotel.

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Durante a nossa estadia fizemos 2 visitas pela ilha – fomos ao Casela Park e fizemos uma excursão pelo Sul das Maurcícias, onde se encontram a maioria das atracções.

O Casela Park – World of Adventures é um parque natural (muito perto de Flic-en-Flac), onde se podem desenvolver várias actividades, nomeadamente contactar com animais selvagens e fazer um safari. Gostámos muito! Em breve contaremos tudo sobre este bonito e agradável local.

 

Na nossa tour pelo Sul da ilha, que comprámos através do operador de viagens, visitámos:

- Cascata de Chamarel: cascata com cerca de 100 metros (maior do que a Estátua da Liberdade), relacionada com a origem vulcânica da ilha e rodeada por uma luxuriosa vegetação, produzindo um cenário muito bonito.

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- Terra das 7 Cores: é um local único onde a natureza conferiu 7 cores à terra ondulada do local, produzindo uma paleta de cores invulgar e de rara beleza. Aqui é também possível conhecer algumas gigantes e centenárias tartarugas.

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- Rhumerie de Chamarel: neste local produz-se rum de forma artesanal; aqui visitámos a fábrica de rum, ficámos a conhecer a história e características desta bebida e fizemos uma degustação de vários tipos de rum (díficil!). Foi também neste local que almoçámos. O almoço foi de comida tradicional, que tem sem dúvida uma forte influência indiana.

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- Grand Bassin: trata-se de um lago considerado sagrado pelos Hindus e em que em seu redor se ergueu um Templo Hindu, onde se presta homenagem a Lord Shiva. É aqui que anualmente acontece o maior festival Hindu fora do território indiano. À entrada no local somos recebidos por uma enorme estátua de Shiva e de Parvati – mulher de Shiva e Deusa da Fertilidade (a estátua de Parvati foi concluída no dia anterior à nossa visita!). Neste local, para além de apreciarmos o lago, o Templo e os seus Deuses, pudemos também contactar com macacos selvagens que por ali andavam.

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- Trou aux Cerfs: cratera do vulcão que deu origem à ilha. É um local bonito, geologicamente importante, mas nada de transcendente, comparando com a beleza de outros locais da ilha.

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Para além destes locais passámos noutros pontos estratégicos, como Le Morne, com bonitos miradouros sobre o mar ou para o interior da ilha.

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A ilha não tem só belas paisagens, as Maurícias têm também uma cultura própria. Num dos espectáculos produzidos no Sugar Beach pudemos contactar com os ritmos do Séga. O Séga é uma dança tradicional na ilha, originalmente interpretada por escravos, mas dotada de alegria, que chegou aos dias de hoje como um dos símbolos culturais das Maurícias. Para a produção da música são utilizados instrumentos tradicionais, que soferam adaptações ao longo dos tempos; as vestes são também típicas e coloridas.

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Nos próximos post's iremos mostrar mais algumas paisagens e contar mais algumas experiências que tivemos na ilha, fiquem atentos!

Bons passeios!

 

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publicado às 10:00

Maurícias, um paraíso no Índico

por Os bloggers, em 08.11.17

Maurícias, Maurícia, Maurício ou República Maurícia… é um país insular no Oceano Índico, no hemisfério Sul, perto de Madagáscar e das Seicheles, sem se afastar muito do continente Africano (ao qual pertence).

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Descoberta por Portuguesas em 1505 (no glorioso tempo das caravelas), a ilha foi colonizada no final do século XVI por holandeses, numa altura em que os únicos habitantes da ilha eram os Dodos (hoje símbolo da ilha, apesar de extintos). Depois de vários anos sobre domínio Francês e posteriormente Inglês, é um país independente desde 1968. A língua oficial é o Inglês, embora na realidade a população fale essencialmente Francês e o Crioulo que é muito parecido com o Francês.

O clima é tropical e a temperatura pouco oscila com as mudanças de estação; genericamente o Inverno é mais seco e o Verão mais chuvoso (embora ligeiramente mais quente). O primeiro trimestre de cada ano é o período mais chuvoso, apesar de ser Verão.

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Esta jóia do Índico é verdejante e conserva a sua essência e genuinidade. A origem vulcânica e as praias paradisíacas (protegidas por uma quase intacta barreira de corais) marcam a paisagem. Pelas estradas vêem-se vastos campos de cana-de-açúcar – um dos principais meios de sustentação da ilha, a par do turismo cada vez mais crescente. As tartarugas, os macacos selvagens e os gigantes morcegos da fruta fazem as delícias dos turistas; bem como a flora muito característica e alguns parques naturais.

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O povo é simpático e transmite felicidade. Segundo apurámos, o ensino (até ao secundário) e a saúde são gratuitos, o que permite que a população se instrua e viva com condições razoáveis. As universidades são todas privadas, por isso muitos terminam os seus estudos a nível do secundário. Apesar do ordenado mínimo ser baixo, não há praticamente desemprego e as famílias vivem em comunidade – avós, pais, filhos, netos… pertencem ao mesmo agregado familiar gerindo recursos em conjunto. As casas são baixas e muitas com aspecto inacabado… o tempo sempre ameno não obriga a grande protecção do frio e do calor extremos (que não existem). Contudo nas cidades também é possível encontrar prédios com influência Europeia.

O país é ligeiramente mais pequeno do que o Luxemburgo e tem cerca de 1,2 milhão de habitantes; a capital é Port Louis, a Norte da ilha.

Há imensas religiões na ilha; a religião maioritária é a Hindu, seguida pela Católica. A influência Hindu está bem patente nalguns belos templos existentes nas Maurícias.

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A moeda utilizada é a Rúpia das Maurícias, mas nalguns sítios poderão ser aceites euros.

Foi em Setembro deste ano que fomos conhecer a República Maurícia. Após uma pesquisa pela Web concluímos que por ser Inverno o local mais recomendado para as férias seria o Oeste da ilha, mais quente e seco, e foi assim que seleccionámos a zona de Flic-en-Flac e o Resort Sugar Beach para as nossas férias.

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A ilha está apresentada, não percam os próximos capítulos, onde vamos relatar a nossa experiência!

Bons passeios!

 

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