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Portugal foi eleito "Melhor Destino do Mundo" nos World Travel Awards, Lisboa é o "Melhor Destino para City Break" e a Madeira o "Melhor Destino Insular", não podíamos deixar passar esta excelente notícia sem fazer este post!

Um dos principais motivos da criação do blog foi precisamente dar a conhecer o nosso Portugal. Adoramos viajar pelo nosso País pela grande diversidade de paisagens e por nos proporcionar quase todas as experiências que se podem encontrar pelo mundo fora (menos observar as Auroras, o que é uma pena!). Depois há aqueles cantinhos mais escondidos que partilhamos na rúbrica Portugal Escondido.

 

Por isso, em jeito de comemoração deste prémio que também é de todos Nós pela capacidade de bem receber quem nos visita, partilhamos algumas fotos, da nossa autoria, de Portugal no geral, de Lisboa e arredores e da Madeira.

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Bons passeios! E que alguns sejam também "cá dentro"!

 

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Voltinhas pela Galiza

por Os bloggers, em 11.12.17

Depois de 2 dias em Santiago de Compostela regressámos calmamente até Portugal e parámos nalguns pontos estratégicos.

O primeiro sítio em que parámos, e que vamos querer um dia voltar, foi a Ilha da Toxa (ou Toja), junto ao Grove. Conhecem?

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Trata-se de uma pequena Ilha, banhada pela Ria de Arousa, onde consta que se cria o melhor marisco do mundo. Neste pequeno pedaço de terra há a promessa de poder desfrutar de bons hotéis, centros de spa, de praia para a Ria de Arousa ou de apanhar um barco para aproveitar os prazeres de um simples passeio ou visitar os viveiros de marisco. Ficámos curiosos!

A Ilha da Toxa está ligada a terra por uma ponte que a liga ao Grove. O Grove tem um importante porto pesqueiro que serve a Ria. Daqui podem apanhar-se inúmeros barcos que levam os turistas até aos viveiros de marisco, principalmente de mexilhão. Muitos destes passeios incluem degustações de marisco. Para além disso no Grove é possível apanhar barcos para algumas das Ilhas da Galiza, como as famosas Ilhas Cíes. Quando passámos por este local estava tudo muito parado, por ser Outuno, mas percebemos que no Verão há imensos barcos a sair com turistas para as mais diversas actividades.

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Continuámos a nossa viagem com destino a Vigo e com uma breve paragem em Pontevedra.

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Em vigo percorremos a pé a principal rua de comércio da cidade (Príncipe), onde é possível apreciar alguns marcos da cidade.

O passeio demorou cerca de 1 hora e começou na confluência das ruas Urzáiz e Príncipe, cujo pitoresco poste de iluminação, desenhado por Jenaro de la Fuente em 1932, é um dos pontos de encontro habituais dos Vigueses. Do mesmo local é possível apreciar o Museu de Arte Contemporâneo de Vigo, outrora prisão e tribunal.

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Mais à frente encontramos o Sireno, escultura do galego Francisco Leiro, que representa a união dos Vigueses com o mar através de um híbrido entre homem e peixe, um dos símbolos da cidade. Mais à frente encontramos a Praça da Princesa e a Praça da Constitucion, locais genuínos. Pelo caminho cruzámo-nos com o Dinoseto, um arbusto na forma de um simpático dinossauro com a sua cria.

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Estava na hora de voltar para o carro e o próximo destino foi a zona das praias de Vigo. Daqui apreciámos bem de perto a silhueta da Ilha de Toralla e das Ilhas Cíes, conhecidas como o maior tesouro da Ria de Vigo, escondendo algumas das mais belas praias do mundo. Estas ilhas só estão abertas ao público no Verão e têm regras de utilização restritas, no sentido de preservar o património ambiental, com uma fauna e flora únicas.

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Temos imensa curiosidade de conhecer as Ilhas Cíes, por isso tencionamos voltar num dos próximos Verões até à Galiza. Por agora ficou feito o reconhecimento do terreno!

E vocês, já andaram por estas paragens?

Que segredos nos contam?

Bons passeios!

 

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Ainda por caminhos de Santiago

por Os bloggers, em 06.12.17

Como o prometido é devido, aqui fica o resto da nossa escapadinha por Santiago de Compostela.

Já vos falámos da magia da Catedral de Santiago de Compostela e de parte da sua história e segredos.

Apesar de efectivamente a Catedral ser o ex-libris da cidade, existem outros pontos de interesse.

 

- Santa Maria La Real de Sar:

Esta igreja fica a cerca de 15 minutos a pé do centro histórico da cidade. As suas origens remontam a 1136, quando se fundou a primeira comunidade Agustina da Galiza, tornando-se num importante cento eclesiástico da cidade.Da época medieval conserva-se grande parte do claustro. Quer no exterior, quer no interior, chama bastante atenção o facto dos pilares estarem inclinados, o que se deverá a deficiências na construção, associado à natureza pantanosa do terreno. Em anexo encontr-ae o Museu de Arte Sacra, com valiosas peças históricas e documentais.

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- Parque da Alameda:

Trata-se de um bonito e agradável parque muito perto da Catedral e com bonitas vistas para a Catedral e para a parte mais moderna da cidade. É constituído por 3 sectores: o passeio da Alameda, a Capela de Santa Susana e o passeio da Ferradura. É desde o século XIX o ponto de referência mais importante para passeios e lazer de locais e turistas, um espaço muito acolhedor, uma espécie de salão natural.

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- Mercado de Abastos:

Os mercados de nuestros hermanos têm todos um charme especial e este também não foge à regra. Não tem o mesmo encanto que La Boqueria em Barcelona ou que o mercado de Valência, mas não deixa de ser um espaço interessante para se visitar.

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A nossa visita a Santiago de Compostela acabou com a visita ao mercado, depois de termos pernoitado duas noite em Santiago, Ainda era cedo, por isso calcurreámos alguns pontos de interessa da Galiza antes de voltar até Portugal.

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Novidades em breve...

Bons passeios!

 

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Um pulinho até Santiago de Compostela

por Os bloggers, em 05.12.17

No início de Novembro, juntando uns dias de férias ao feriado, demos um pulinho até Santiago de Compostela.

Já há muito tempo que tencionávamos conhecer Santiago de Compostela, mas nunca tinha calhado... até que finalmente chegou a altura de nos pôrmos a caminho de Santiago (mas de carro)!

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Santiago de Compostela situa-se no país vizinho, na Galiza, muito perto da fronteira com o Minho.

Era hora de jantar quando chegámos ao nosso destino. Estacionámos num dos muitos parques que existem à volta do centro histórico, deixámos as malas no hotel (estrategicamente seleccionado, a 5 minutos a pé da Catedral) e fomos jantar.

Degustámos umas tapas maravilhosas na La Bodequilla de San Roque, um sítio com muitas pessoas locais, o que considerámos bom sinal. Escolha acertada! Voltámos ao hotel de barriga aconchegada!

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Escolhemos o hotel com base nas informações do Booking. O hotel eleito foi o Deniké by Atalaia Hoteles, um sítio simples, mas moderno, acolhedor e a dois passos de tudo (deixamos uma foto da vista da janela do nosso quarto e falaremos melhor num próximo post).

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No dia seguinte calcurreámos a cidade. Apesar do tempo cinzento, a chuva não apareceu, o que permitiu a visita pedonal a todo o centro histórico da cidade.

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No centro histórico destaca-se inevitavelmente a Catedral de Santiago de Compostela.

A Catedral é o símbolo da cidade; a cidade que que se ergueu à sua volta.

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Esta obra prima foi construída entre 1075 e 1128, em honra do Apóstolo Santiago Maior, que difundiu a Cristianismo na Península Ibérica e que ali foi  sepultado (depois de decapitado em Jerusalém e trasladado para a Galiza - segundo reza a história). A Catedral foi construída em estilo românico, tendo sofrido depois várias reformas que lhe adicionaram elementos góticos, renascentistas e barrocos. Nos últimos anos está em permanente restauro, numa tentativa de corrigir erros de reformas passadas e de contraiar o peso da idade.

Quando chegámos dirigimo-nos à bilheteira, localizada na Praça do Obradoiro, e adquirimos bilhete para visitar a Catedral, os Telhados da Catedral e o respectivo Museu. Ficou por cerca de 15 euros e ainda obtivemos uma entrada gratuita para o mosteiro de Santa María La Real de Sar.

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Começámos por subir aos Telhados. Esta parte da visita foi guiada. Acabou por ser a nossa parte preferida, porque ficámos a saber muitos dos segredos e história daquele local, para além de apreciar de perto as suas imponentes torres e vistas sobre a cidade. Das vistas destacam-se as inúmeras chaminés, que eram tanto maiores quanto a riqueza / importância de quem naquela casa habitava. Curioso!

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Seguiu-se a visita ao Museu, que mostra muito do espólio da Catedral, contando a história dos muitos séculos por ali vividos. Dentro do espólio ali presente vimos um dos mantos da "nossa" Rainha Santa Isabel.

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E finalmente seguiu-se a visita aos Claustros e a entrada na majestosa Catedral! Bonita e imponente por dentro e por fora. Na Catedral não pudemos deixar de colocar as mãos sobre o manto da figura do apóstolo Santiago (pedindo um desejo) e visitar o seu túmulo, como manda a tradição.

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Quando a noite caiu tivemos de re-visitar a praça por detrás da Catedral, a Praça da Quintana... Pois na visita guiada aos terraços ouvimos a história de que todas as noites aparecia a silhueta de um peregrino reflectida na Catedral... E não é que aparece mesmo! Um jogo de luzes e sombras natural, fruto do acaso, faz com que num determinado ângulo, se veja o perfeito reflexo de um peregrino. Incrível!

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Para além da visita à Catedral, as quatro praças que a rodeiam – Obradoiro, Quintana, Imaculada e Pratarias – são de visita obrigatória. Assim como as ruas do centro histórico, onde se respiram séculos de história. Há literalmente uma igreja  e muitos edifícios históricos (como os da Universidade) em cada esquina!

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Por desvendar ficam ainda alguns segredos de Santiago!

Amanhã serão desvendados...

 

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publicado às 10:00

Um mundo de aventuras nas Maurícias

por Os bloggers, em 28.11.17

Foi durante a nossa visita às Maurícias que estivemos no Casela World of Adventures, um Parque Natural com 250 hectares repletos de vida selvagem!

Depois de vos apresentar as Maurícias, ter relatado a nossa experiência e desvendado um resort de sonho, chegou a vez de falarmos deste agradável parque natural.

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O Casela Park fica a Oeste da Ilha, a cerca de 10 minutos de carro de Flic-en-Flac, local onde ficámos.

Este parque é considerado a atracção mais visitada das Maurícias e de todo o Oceano Índico, recebendo visitas desde 1979, altura em que nasceu, estando rodeado de campos de cana de açúcar e à frente da Rempart Mountain (que é uma bela montanha que compõe a paisagem).

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Este parque nasceu inicialmente como uma santuário para aves, mas rapidamente passou a albergar uma grande quantidade de animais oriundos de todo o mundo, alguns em recintos, outros livres numa zona onde se pode fazer um safari de grupo. A flora também é bastante vasta.

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No Casela Park é possível adquirir o bilhete geral de entrada que dá acesso a visitar a área com os animais distribuídos por recintos e ao safari ou adquirir este bilhete associado a outras actividades: alimentação de animais, caminhada com leões, safari em moto 4 e passeio em ponte nepalesa, entre outras. Optámos pela entrada geral e a alimentação de tartarugas gigantes, o total ficou a cerca de 20 euros por pessoa.

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Decidimos começar pelo safari, seguido de alimentação das tartarugas e visita ao restante espaço.

Estivemos cerca de 3-4 horas no parque, o que pensamos ser o tempo recomendável para visitar tudo, sem andar a correr.

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Gostámos imenso do Safari, vimos rinocerontes, avestruzes, girafas, zebras, entre muitos outros animais. Já tínhamos feito um safari semelhante por cá, no Badoca Park, mas no Casela existe uma variedade maior de animais.

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Perto da entrada do Safari estão as jaulas dos leões e outros felinos, bem como o recinto das girafas. É possível alimentar as girafas e caminhar com leões. Não seleccionámos estas actividades. Ficámos um pouco receosos com a ideia de caminhar com leões, mas tanto quanto apurámos esta é uma actividade que se faz ao fim do dia e a caminhada é feita com animais jovens que não representam perigo; o parque garante não sedar animais para interacção com o público.

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O momento alto da visita foi a alimentação às tartarugas. Adorámos interagir com estes belos animais mais de 100 anos! Sabiam que a carapaça das tartarugas é muito sensível (e por isso não devemos mexer) e que as tartarugas adoram festas no pescoço? Foi um momento único! Sentimo-nos de novo crianças a delirar com as centenárias tartarugas.

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De seguida passámos para a zona onde estão instalados animais de todo o mundo nas respectivas casinhas. A colecção de aves é de facto enorme ou não fosse este local originalmente um santuário de aves.

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Gostámos imenso de conhecer o Casela World of Adventures. E vocês, já conhecem?

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Bons passeios!

 

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Um hotel no meio do Índico...

por Os bloggers, em 22.11.17

Depois de vos termos apresentado as Maurícias e ter relatado a nossa experiência na Ilha dos Dodos, chegou a hora de vos falarmos do Sugar Beach Golf & Spa Resort, que foi o local que escolhemos para as nossas férias.

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O Sugar Beach situa-se na costa Oeste e sensivelmente a meio da ilha, o que permite uma deslocação relativamente fácil para qualquer ponto. Para além disso é aqui que se pode encontrar o melhor clima da Ilha e o melhor pôr do sol.

Chegámos ao início da tarde ao Sugar Beach, em Flic-en-Flac, que fica a cerca de 1 hora de carro do aeroporto. Fomos recebidos com simpatia (e com um Virgin Mojito - explicaremos adiante) e desde logo nos cativou o ambiente do Resort!

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Virado para o mar (como se quer), é composto por dois edifícios de maiores dimensões e duas zonas com casinhas mais pequenas, onde ficámos. O Sugar Beach apresenta ainda 2 piscinas, 3 restaurantes, um spa, um ginásio, sala de conferências e está literalmente em cima da praia. Sendo na costa Oeste da ilha, é possível apreciar quase diariamente um maravilhoso pôr-do-sol sobre o mar. O mar é paradisíaco, de água transparente e quente, rodeado por uma barreira de corais. IMPERDÍVEL!

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Os quartos são amplos e confortáveis e todos eles a dois passos de uma das piscinas e do mar.

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No complexo, para além de muitos banhos de Sol, piscina e mar, é possível fazer várias actividades incluídas no regime "all inclusive", entre elas: caiaque, barco gaivota no mar, passeio em barco de fundo de vidro, paddle, snorkeling... Fizemos várias vezes a maioria destas actividades. Era ainda possível participar em actividades de grupo com o animadores do hotel, como ginástica, polo ou volley.

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Saímos apenas duas vezes do Resort, uma delas para conhecer as principais atracções da ilha e a outra para visitar o Casela Park, falaremos deste parque num próximo post.

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O staff do hotel é simpático, atencioso, sempre com um sorriso e sempre focados em tornar a nossa experiência inesquecível.

O buffet de pequeno-almoço é servido no restaurante Mon Plaisir e é bastante variado e agradável.

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O buffet do jantar, servido no mesmo restaurante do pequeno almoço, sempre temático, centrando-se em iguarias de determinada parte do mundo, nem sempre atingiu as expectaticas. Contudo os dois restaurantes do hotel, o Tides (restaurante de peixe e marisco) e o Citronella’s Café (cozinha italiana), servidos à carta e mediante reserva prévia, são ambos divinais. O hotel diariamente convida casais em lua de mel, para um jantar surpresa num destes espaços, com uma ementa surpreendente. Muito bom! Adorámos a surpresa!

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O almoço é à base de snacks / refeições rápidas, também nestes dois restaurantes.

À hora do lanche dávamos um pulinho ao bar para comer um gelado ou um delicioso crepe.

Além destes 3 restaurantes e dos bares de apoio, mediante reserva também podíamos usufruir dos restaurantes do resort vizinho, o La Pirogue.

A nossa bebida de eleição durante estes dias foi o Virgin Mojito. Depois de termos sido recebidos à chegada com esta deliciosa bebida, nunca mais a largámos. E o que é um Virgin Mojito? Nada mais nada menos do que um Mojito sem álcool! Mas temos a dizer que a Virgin Colada também não se ficava nada atrás... E a Virgin Colada é... Uma Pinacolada sem álcool! Eh eh!

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O Wi-fi é grátis, está disponível por todo o hotel e mesmo junto ao mar com excelente sinal.

O ambiente no hotel é muito descontraído e agradável. Há literalmente pessoas de todos os cantos do mundo. Turistas ocidentais, orientais e do médio oriente. Lado a lado mergulhavam mulheres de biquini e de burkini, em plena harmonia e tranquilidade. É interessante a mistura de culturas!

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O Sugar Beach é também um espaço cheio de romantismo... Vimos 2 casamentos nos jardins do Resort e ao Pôr do Sol eram sempre colocadas mesas em pontos estratégicos para jantares especiais. Love is on the air!

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Ai que saudades daquelas espreguiçadeiras.... Voltávamos já para lá!

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Bons passeios!!

 

 

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Maurícias, é um prazer!

por Os bloggers, em 09.11.17

No último post apresentámos as Maurícias, hoje vamos relatar as nossas férias nesta bonita ilha.

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Porquê as Maurícias? Foi o local que escolhemos para a nossa lua-de-mel… Queríamos ir para um sítio paradisíaco, mas que nos permitisse fazer outras actividades para além de praia. As Maurícias conseguem reunir na perfeição os dois mundos. E lá fomos nós!

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Partimos de Lisboa na Turkish e depois de 14 horas no ar, com uma escala em Istambul pelo meio, chegámos às Maurícias. Há também a possibilidade de viajar pela Emirates (escala no Dubai), na Air France (escala em Paris) ou através de voos charters a partir de Madrid. Portanto, podem escolher o que mais vos agradar; nós optámos por escolher a viagem com escalas mais curtas.

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O aeroporto, a Este da Ilha, fica a cerca de 1 hora de carro de Flic-en-Flac (a zona que escolhemos para a estadia). Pelo caminho, no transfer, fomos apreciando o verde da ilha e os vastos campos de canas-de-açúcar. As estradas são razoáveis e da influência Inglesa ficou a condução à esquerda.

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Chegámos ao início da tarde ao Sugar Beach, em Flic-en-Flac. Fomos recebidos com simpatia e desde logo nos cativou o ambiente do Resort, virado para o mar, apresentando dois edifícios de maiores dimensões e duas zonas com casinhas mais pequenas, para onde fomos levados. O Sugar Beach apresenta 2 piscinas, 3 restaurantes, um spa, um ginásio, sala de conferências e está literalmente em cima da praia. Sendo a Oeste da ilha, é possível apreciar quase diariamente um maravilhoso pôr-do-sol sobre o mar. Um mar paradisíaco, de água transparente e quente, rodeado por uma barreira de corais. IMPERDÍVEL!

O Sugar Beach situa-se na costa Oeste e sensivelmente a meio da ilha, o que permite uma deslocação relativamente fácil para qualquer ponto. Dedicaremos brevemente um post em exclusivo ao hotel.

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Durante a nossa estadia fizemos 2 visitas pela ilha – fomos ao Casela Park e fizemos uma excursão pelo Sul das Maurcícias, onde se encontram a maioria das atracções.

O Casela Park – World of Adventures é um parque natural (muito perto de Flic-en-Flac), onde se podem desenvolver várias actividades, nomeadamente contactar com animais selvagens e fazer um safari. Gostámos muito! Em breve contaremos tudo sobre este bonito e agradável local.

 

Na nossa tour pelo Sul da ilha, que comprámos através do operador de viagens, visitámos:

- Cascata de Chamarel: cascata com cerca de 100 metros (maior do que a Estátua da Liberdade), relacionada com a origem vulcânica da ilha e rodeada por uma luxuriosa vegetação, produzindo um cenário muito bonito.

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- Terra das 7 Cores: é um local único onde a natureza conferiu 7 cores à terra ondulada do local, produzindo uma paleta de cores invulgar e de rara beleza. Aqui é também possível conhecer algumas gigantes e centenárias tartarugas.

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- Rhumerie de Chamarel: neste local produz-se rum de forma artesanal; aqui visitámos a fábrica de rum, ficámos a conhecer a história e características desta bebida e fizemos uma degustação de vários tipos de rum (díficil!). Foi também neste local que almoçámos. O almoço foi de comida tradicional, que tem sem dúvida uma forte influência indiana.

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- Grand Bassin: trata-se de um lago considerado sagrado pelos Hindus e em que em seu redor se ergueu um Templo Hindu, onde se presta homenagem a Lord Shiva. É aqui que anualmente acontece o maior festival Hindu fora do território indiano. À entrada no local somos recebidos por uma enorme estátua de Shiva e de Parvati – mulher de Shiva e Deusa da Fertilidade (a estátua de Parvati foi concluída no dia anterior à nossa visita!). Neste local, para além de apreciarmos o lago, o Templo e os seus Deuses, pudemos também contactar com macacos selvagens que por ali andavam.

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- Trou aux Cerfs: cratera do vulcão que deu origem à ilha. É um local bonito, geologicamente importante, mas nada de transcendente, comparando com a beleza de outros locais da ilha.

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Para além destes locais passámos noutros pontos estratégicos, como Le Morne, com bonitos miradouros sobre o mar ou para o interior da ilha.

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A ilha não tem só belas paisagens, as Maurícias têm também uma cultura própria. Num dos espectáculos produzidos no Sugar Beach pudemos contactar com os ritmos do Séga. O Séga é uma dança tradicional na ilha, originalmente interpretada por escravos, mas dotada de alegria, que chegou aos dias de hoje como um dos símbolos culturais das Maurícias. Para a produção da música são utilizados instrumentos tradicionais, que soferam adaptações ao longo dos tempos; as vestes são também típicas e coloridas.

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Nos próximos post's iremos mostrar mais algumas paisagens e contar mais algumas experiências que tivemos na ilha, fiquem atentos!

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Maurícias, um paraíso no Índico

por Os bloggers, em 08.11.17

Maurícias, Maurícia, Maurício ou República Maurícia… é um país insular no Oceano Índico, no hemisfério Sul, perto de Madagáscar e das Seicheles, sem se afastar muito do continente Africano (ao qual pertence).

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Descoberta por Portuguesas em 1505 (no glorioso tempo das caravelas), a ilha foi colonizada no final do século XVI por holandeses, numa altura em que os únicos habitantes da ilha eram os Dodos (hoje símbolo da ilha, apesar de extintos). Depois de vários anos sobre domínio Francês e posteriormente Inglês, é um país independente desde 1968. A língua oficial é o Inglês, embora na realidade a população fale essencialmente Francês e o Crioulo que é muito parecido com o Francês.

O clima é tropical e a temperatura pouco oscila com as mudanças de estação; genericamente o Inverno é mais seco e o Verão mais chuvoso (embora ligeiramente mais quente). O primeiro trimestre de cada ano é o período mais chuvoso, apesar de ser Verão.

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Esta jóia do Índico é verdejante e conserva a sua essência e genuinidade. A origem vulcânica e as praias paradisíacas (protegidas por uma quase intacta barreira de corais) marcam a paisagem. Pelas estradas vêem-se vastos campos de cana-de-açúcar – um dos principais meios de sustentação da ilha, a par do turismo cada vez mais crescente. As tartarugas, os macacos selvagens e os gigantes morcegos da fruta fazem as delícias dos turistas; bem como a flora muito característica e alguns parques naturais.

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O povo é simpático e transmite felicidade. Segundo apurámos, o ensino (até ao secundário) e a saúde são gratuitos, o que permite que a população se instrua e viva com condições razoáveis. As universidades são todas privadas, por isso muitos terminam os seus estudos a nível do secundário. Apesar do ordenado mínimo ser baixo, não há praticamente desemprego e as famílias vivem em comunidade – avós, pais, filhos, netos… pertencem ao mesmo agregado familiar gerindo recursos em conjunto. As casas são baixas e muitas com aspecto inacabado… o tempo sempre ameno não obriga a grande protecção do frio e do calor extremos (que não existem). Contudo nas cidades também é possível encontrar prédios com influência Europeia.

O país é ligeiramente mais pequeno do que o Luxemburgo e tem cerca de 1,2 milhão de habitantes; a capital é Port Louis, a Norte da ilha.

Há imensas religiões na ilha; a religião maioritária é a Hindu, seguida pela Católica. A influência Hindu está bem patente nalguns belos templos existentes nas Maurícias.

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A moeda utilizada é a Rúpia das Maurícias, mas nalguns sítios poderão ser aceites euros.

Foi em Setembro deste ano que fomos conhecer a República Maurícia. Após uma pesquisa pela Web concluímos que por ser Inverno o local mais recomendado para as férias seria o Oeste da ilha, mais quente e seco, e foi assim que seleccionámos a zona de Flic-en-Flac e o Resort Sugar Beach para as nossas férias.

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A ilha está apresentada, não percam os próximos capítulos, onde vamos relatar a nossa experiência!

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Escapadinha pelo Porto - Parte 3

por Os bloggers, em 18.10.17

Como não há duas sem três (em bom Português), aqui fica a terceira e última parte da nossa escapadinha pelo Porto.

Depois de desvendarmos as nossas descobertas pela Baixa do Porto e na Ribeira (Parte 1 e Parte 2), aqui fica o restante roteiro que fizemos, desta vez fora do coração da cidade.

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- Parque de Serralves: como referido no próprio site de Serralves "O Parque de Serralves tem 18 hectares e é composto por uma grande diversidade de magníficos espaços harmoniosamente interligados: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber nos anos 30 do século XX, é uma referência singular no património da paisagem em Portugal." Estamos inteiramente de acordo! O nosso passeio pelo Jardim de Serralves durou cerca de 2 horas e foi muito agradável e relaxante. O valor da entrada no Parque é de 5 euros.

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- Jardins do Palácio de Cristal: localizam-se no centro do Porto e foram projectados por Emil David no século XIX, no âmbito da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal, em estilo romântico e com umas vistas fantásticas sobre o próprio Porto, o Douro e Gaia. Do projecto original conservam-se ainda hoje o Jardim Emil David na entrada, as Avenidas das Tílias e dos Plátanos, o bosque e as varandas sobre o Douro. Estes jardins são uma verdadeiro pulmão de ar fresco na cidade. A entrada nos Jardins é gratuita. 

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- Foz do Porto: é na Foz do Porto que se localizam as praias e elegantes moradias. A vista é desafogada e os passeios à beira-mar relaxantes. Vale a pena fazer a Marginal Oceânica da Foz do Porto até ao Terminal de Cruzeiros de Leixões, além de uma vista soberba existem alguns Fortes para visitar.

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Soube bem a escapadinha pelo Porto. Passámos a conhecer melhor a segunda maior cidade de Portugal, onde até agora só tínhamos ido de fugida ou de passagem, sem nos demorarmos para um passeio mais prolongado. A visita à cidade é agradável e muito enriquecedora! Apenas lamentamos as muitas (demasiadas) gruas que enchem a cidade, mas acreditamos que sejam temporárias.

 

Bons passeios!

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1

Escapadinha pelo Porto - Parte 2 

 

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Escapadinha pelo Porto - Parte 2

por Os bloggers, em 12.10.17

Já vos relatámos a primeira parte da nossa escapadinha pelo Porto, mas ficou ainda muito por contar.

Tal como prometido, aqui continuamos a desvendar o nosso passeio pela capital do Norte.

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- Sé do Porto e Claustros: a Sé do Porto é um edifício imponente, de estrutura romano-gótica, dos séc. XII e XIII, tendo sofrido grandes remodelações no período barroco. No interior conserva ainda o aspecto de uma igreja-fortaleza. Em anexo à Sé é possível visitar os seus bonitos Claustros. A visita à Sé é gratuita; a entrada nos Claustros fica por 3 euros - recomendamos a visita completa.

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- Estação de São Bento: entre comboios a partir e comboios a chegar, muitos são os turistas que não deixam de visitar e apreciar a beleza desta histórica e secular estação de comboios.

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- Mercado do Bolhão: trata-se de um mercado histórico, em estilo neoclássico, distribuído por dois andares. Quem é que nunca ouviu falar do Bolhão? A visita é obrigatória!

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- Avenida dos Aliados: um passeio pela Baixa do Porto tem obrigatoriamente de incluir uma visita aos Aliados, no coração da cidade.

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- A Ribeira: ir ao Porto e não visitar a Ribeira, será como ir a Roma e não ver o Papa; é na Ribeira, nas suas gentes e no empilhado das suas casas que reside a alma da cidade. As margens do Douro não seriam as mesmas sem a Ribeira!

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- Ponte D. Luiz I: é talvez a mais famosa ponte que liga o Porto a Gaia; é em estrutura metálica e tem dois tabuleiros - o superior para passagem do metro e o inferior para circulação automóvel (ambos permitem também a passagem pedonal). Foi projectada pelo Engenheiro Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel, e inaugurada em 1886. Aconselhamos o passeio pedonal pela ponte.

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- Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar: se tiverem oportunidade não deixem de apreciar as vistas do Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, sobre o Douro, a Ponte D. Luiz I, a Ribeira do Porto e Gaia. Se conseguirem ir ao Pôr-do-Sol tanto melhor! As vistas são soberbas!

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Ainda ficam por desvender três locais que fomos explorar fora do coração da cidade. Querem saber mais? Continuem a espreitar aqui o estaminé.

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1 

Escapadinha pelo Porto - Parte 3

 

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